VÁRZEA GRANDE
Gestão Fazendária e TCE fazem reunião de alinhamento para aprimorar prestação de contas
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Integração entre os sistemas Siafic e Aplic permite que as informações contábeis fiquem mais claras e mais precisas
A secretaria municipal de Gestão Fazendária, a Controladoria Interna da prefeitura, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e representantes do sistema Ábaco, reuniram-se, ontem (10), para alinhar e aprimorar a prestação de contas do município.
Conforme o secretário de Gestão Fazendária, José Francisco Mazzuco Júnior, Várzea Grande foi chamada pelo TCE para tratar da integração entre Sistema Único e Integrado de Execução Orçamentária, Administração Financeira e Controle (Siafic-MT) e a Auditoria Pública Informatizada de Contas (Aplic).
“É fundamental essa conversa para buscarmos ainda mais aperfeiçoar a nossa prestação de contas aos munícipes, como também aos órgãos de controle. Nossa execução orçamentária e financeira dos exercícios de 2024 e de 2025 está sendo tratada via Sistema Siafic, dessa forma, a reunião entre o TCE-MT e o município de Várzea Grande teve por objetivo tratar da integração entre o Siafic e o Aplic para que as informações contábeis fiquem mais claras e mais precisas”, relata o secretário José Mazzuco.
A controladora-geral do município, Elizangela Batista de Oliveira, destacou a importância da modernização da prestação de contas. “Tudo que vem para melhorar é válido. Com esses avanços, teremos maior transparência e eficiência na nossa prestação de contas”.
O servidor do Tribunal de Contas, Reginaldo Hugo Szezupior, explicou que a união dos dois sistemas dará mais eficiência ao trabalho dos servidores, além de facilitar a análise dos órgãos de controle. “Isso também diminuirá aqueles pequenos erros, ou melhor dizendo, pequenos conflitos de informações, com as informações do Aplic e Siafic cruzadas. Estamos aqui para auxiliar e orientar os servidores municipais”, relata Reginaldo.
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Alunos aprendem a identificar as horas em atividade prática e divertida
Os alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Joaquim da Cruz Coelho, que participam do projeto Escola em Tempo Ampliado (ETA), aprenderam a identificar as horas por meio de uma atividade pedagógica prática e lúdica. A proposta utilizou recursos confeccionados com materiais simples para facilitar a compreensão da organização e da leitura do tempo no dia a dia.
Durante a atividade, os estudantes passaram a identificar os ponteiros e relacionar diferentes posições do relógio aos respectivos horários. A iniciativa contribuiu para tornar o conteúdo mais concreto e facilitar a compreensão de um conhecimento importante para a rotina das crianças.
De acordo com a professora Sirleia Pereira da Silva Oliveira, a ideia surgiu durante uma aula, quando percebeu que havia um relógio na sala e perguntou aos alunos se eles sabiam identificar as horas. A resposta foi negativa.
“Para minha surpresa, nenhum deles soube responder. A partir disso, percebi que seria importante trabalhar esse conteúdo de uma forma mais lúdica e que fizesse sentido para eles”, comentou.
A professora pesquisou algumas possibilidades e elaborou, com materiais simples, um relógio grande para utilizar durante a aula. Também confeccionou um ponteiro de papelão para demonstrar, de forma clara, a diferença entre o ponteiro maior, que representa os minutos, e o menor, que representa as horas.
“No início, alguns alunos ainda ficaram bastante confusos, então pensei em uma maneira de tornar a atividade ainda mais prática. Confeccionei relógios de papelão para que cada aluno pudesse manipular os ponteiros e representar diferentes horários. A partir desse momento, ficou mais fácil para eles compreenderem. Os alunos que ainda apresentavam dificuldade eram chamados até o quadro e nós resolvíamos juntos, passo a passo. Foi muito gratificante perceber que, aos poucos, eles foram entendendo e conseguindo identificar os horários”, destacou.
Para a diretora da unidade, Rosalina Marques de Almeida, além de desenvolver habilidades matemáticas, a ação estimulou a atenção, o raciocínio lógico e a autonomia dos alunos, aproximando o conteúdo trabalhado em sala de aula de situações presentes no cotidiano.
“Aprender a identificar as horas é um conhecimento que eles levam para além da sala de aula, utilizando-o no dia a dia com mais autonomia. Acredito que, quando conseguimos transformar o conteúdo em algo concreto e divertido, a aprendizagem acontece de uma maneira muito mais significativa para os alunos”, afirmou.
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