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Mixto anuncia as primeiras contratações para o elenco feminino

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A volante Scarelett Bernal é uma das caras novas das Tigresas. Foto: Acervo Pessoal

Após passar por reformulação, o Mixto anuncia as primeiras contratações do elenco feminino para a temporada de 2025. Trata-se da zagueira Lorena, ex-Atlético-MG, a meia Scarlett, ex-América-MG, a atacante Cynthia Paulista, ex-Atlético-MG, a volante Lorraynne, ex-Ação, a atacante Eduarda Balbino, ex Athletico-PR e a lateral-direita Hadri, ex-Itabirito, são as novas contratadas para a disputa da Série A2 do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil.

Lorena de Castro Pereira é natural de Belém e tem 26 anos. Além do do clube mineiro, a experiente zagueira também teve passagem pelo Tigre da Vargas, em 2022, além do Fortaleza-CE e Tuna Luso-PA.

Scarlett Brito Bernal é natural de São Paulo e tem 30 anos. A meia teve passagens por clubes tradicionais do futebol, como Flamengo, 3B da Amazônia, São José-SP, São Caetano-SP, entre outros.

Cynthia Marcondes dos Santos é natural de Caçapava e tem 28 anos. Com passagens pelo Paysandu-PA, Brasil de Farroupilha-RS, Ipatinga-MG, entre outros, a atacante carrega na bagagem um título do Campeonato Pernambucano.

Lorraynne Macedo Silva é natural de Goiânia e tem 27 anos. A experiente volante que já jogou ao lado de Cristiane (Flamengo) e Gabi Zanotti (Corinthians), teve passagens pela Chapecoense-SC, Uberlândia-MG, Flamengo, entre outros.

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Eduarda Pereira Balbino é natural de Curitiba e tem 23 anos. Além do clube paranaense, a atacante também passou por clubes de futebol society (fut7), como Colo Colo-PR, Zig CWB-PR e Santa Cruz-PE.

Hadrielen Karen Gomes Mesquita é natural de Caucaia e tem 28 anos. A lateral-direita teve passagem por importantes clubes do futebol brasileiro, como Botafogo, Grêmio, Red Bull Bragantino, Minas Brasília, Vitória-BA, 3B da Amazônia, entre outros. A atleta também carrega na bagagem um título da Série A2 do Campeonato Brasileiro.

Sob o comando da técnica Daniela Alves, as Tigresas contam com 25 atletas para as disputas da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino e da Copa do Brasil.

A equipe que tem como principal objetivo chegar à elite do futebol feminino nacional, iniciou os treinamentos no dia 3 de fevereiro, no CT Ranulpho Paes de Barros, em Cuiabá.

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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo

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O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.

O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.

A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.

Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.

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O castigo no segundo tempo

Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.

A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.

O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.

Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.

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O caminho da Noruega

Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.

FICHA TÉCNICA
Placar

Brasil 1 x 2 Noruega

Competição Copa do Mundo (oitavas de final)
Local MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA)
Data 5 de julho de 2026 (domingo)
Horário 17h (de Brasília)
Cartões amarelos Neymar (Brasil)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Ismail Elfath (EUA)
Assistentes Corey Parker e Kyle Atkins (EUA)
VAR Tatiana Guzman (NCA)
Gols Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil)
Brasil Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior.
Técnico do Brasil Carlo Ancelotti
Noruega Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland.
Técnico da Noruega Stale Solbakken

Fonte: Esportes

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