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Casos como o do avião que bateu em aves são comuns; relembre

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A aeronave da Latam precisou retornar ao Aeroporto do Galeão, no Rio.
Reprodução

A aeronave da Latam precisou retornar ao Aeroporto do Galeão, no Rio.

Um avião da Latam colidiu com pássaros e ficou com a parte frontal destruída. O voo LA3367, que saiu do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio, com destino em Guarulhos (SP), precisou retornar à capital carioca após o acidente.


 O Airbus A321 estava com 200 passageiros no momento do acidente. Ninguém se feriu. No entanto, o voo foi cancelado após o retorno ao Rio. Jerome Cadier, CEO da Latam, lamentou o ocorrido.

“Posso apostar que a primeira ação na Justiça contra a companhia aérea, pedindo indenização por dano moral por cancelamento deste voo, vai chegar amanhã mesmo. E assim segue a aviação brasileira. A pergunta é: quem paga a conta?”, questionou o executivo.


Entre os profissionais, a colisão com pássaros e outras aves é conhecida como ‘ bird strike ‘, que significa batida em pássaros na tradução direta. O fenômeno é relativamente comum na aviação, e ocorre com relativa frequência.

Segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), essa é uma das ocorrências mais reportadas na aviação. Em 2022 foram 2.294 casos no Brasil. O número representa uma média de um caso a cada 4 horas.

Relembre outros casos de ‘bird strike’

Nem por isso, assusta menos os passageiros. Até porque esse tipo de acidente pode pode gerar ocorrências graves. A seguir, você confere outros casos recentes ou famosos de ‘bird strike’ na aviação.

1. O pouso no rio Hudson

Passageiros nas asas do avião: O incrível resgate no rio Hudson
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Passageiros nas asas do avião: O incrível resgate no rio Hudson


O caso mais famoso de colisão com aves é o do boeing A320 da US Airways. Em 2009, a aeronave com 5 tribulantes e 150 passageiros colidiu com gansos e perdeu os dois motores. O piloto decidiu por um pouso de emergência no rio Hudson, em Nova York. A história virou filme com ‘Sully: O Herói do Rio Hudson’ (2016), que mostra os bastidores da decisão do comandante da aeronave.

2. Boeing 737-800 da Jeju Air

Parentes das vítimas (canto superior direito) fazem reverência no local onde o avião Boeing 737-800 da Jeju Air caiu no Aeroporto Internacional de Muan, na Coreia do Sul, em 1º de janeiro de 2025
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Parentes das vítimas (canto superior direito) fazem reverência no local onde o avião Boeing 737-800 da Jeju Air caiu no Aeroporto Internacional de Muan, na Coreia do Sul, em 1º de janeiro de 2025


O Boeing 737-800 da Jeju Air bateu em um muro e explodiu no Aeroporto Internacional de Muan, na Coreia do Sul, em dezembro de 2024. Das 181 pessoas a bordo, apenas duas foram resgatadas com vida.

Nas imagens, é possível observar que o avião tenta pousar sem o trem de pouso baixado. Ainda em alta velocidade, ultrapassou o limite da pista e colidiu. Antes do pouso forçado, a aeronave colidiu com um grupo de pássaros. 

3. Colisão chocante e piloto ensanguentado 


Em 2023, o piloto Ariel Valiente registrou e compartilhou uma cena chocante: ele pilotando a aeronave logo após o choque com uma ave. No registro, o comandante se mostra tranquilo, mas coberto de sangue.

O avião de pequeno porte Thrush 510p iria fumigar uma plantação – ou seja, lançar um produto para proteger uma lavoura contra pragas. O caso aconteceu na província de Los Ríos, no Equador.

Fonte: Turismo

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Ministério do Turismo e BID abrem seleção para consultoria voltada ao financiamento do setor no Brasil

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O Ministério do Turismo, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), abriu seleção para a contratação de uma consultoria especializada em mercado financeiro e instrumentos de fomento. A iniciativa tem como objetivo elaborar um diagnóstico sobre a oferta e a demanda de crédito na área e propor soluções que garantam mais competitividade, sustentabilidade e resiliência climática ao turismo brasileiro.

Organizações interessadas têm até as 17h do dia 5 de outubro de 2026 para enviar suas propostas. O processo de seleção ocorre por meio de um edital de Solicitação de Manifestação de Interesse (SMI), e a instituição escolhida conduzirá os trabalhos por meio de um contrato com duração estimada de seis meses.

Saiba mais clicando aqui. 

Requisitos

A consultoria deverá comprovar experiência mínima de cinco anos na realização de estudos, diagnósticos ou projetos relacionados ao fomento econômico, instrumentos financeiros, políticas públicas e sustentabilidade. É desejável ainda ter histórico nos setores de turismo, crescimento regional ou finanças climáticas, além de vivência em iniciativas internacionais e capacidade de análise técnica em inglês e espanhol.

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Quem pode participar

Estão aptas a participar consultorias originárias de países-membros ou territórios do BID. 

Para fortalecer as propostas, é permitida a formação de consórcios ou joint ventures (duas ou mais organizações, que se unem para realizar um projeto específico). Nesses casos, o grupo deverá nomear formalmente uma entidade líder como representante responsável por todas as comunicações. A comprovação de capacidade técnica exigirá histórico institucional, corpo de profissionais qualificados e evidências de trabalhos similares já executados.

Inscrição e prazos

As manifestações de interesse devem ser enviadas exclusivamente de forma digital pelo Portal do Proponente do BID. As organizações interessadas devem criar uma conta completa na plataforma, sendo obrigatória a inclusão do Número de Parceiro Comercial (BP Number) no perfil. Todos os documentos devem ser encaminhados em formato PDF.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a equipe responsável, pelo e-mail: .

 

Fonte: Ministério do Turismo

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