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Cidade na Tailândia é dominada por macacos; saiba qual
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A cerca de 2h30min de trem de Bangkok — capital tailandesa —, Lop Buri se destaca como um destino turístico inusitado na Tailândia. Conhecida por suas ruínas antigas e milhares de macacos que circulam livremente pela cidade, Lop Buri atrai visitantes aventureiros em busca de cultura, história e experiências únicas.
Fundada há mais de 3.500 anos, durante a Idade do Bronze, a cidade desempenhou papel significativo na história tailandesa. Originalmente chamada de “Lavo”, Lop Buri integrou o Império Khmer antes de ser incorporada ao Reino de Sião. As ruínas espalhadas pela cidade testemunham influências arquitetônicas hindus e budistas, refletindo sua rica herança cultural.
Entretanto, uma coisa é a que mais chama atenção na cidade tailandesa: os milhares de macacos que vivem nela. A presença desses animais se tornou símbolo de Lop Buri, chegando ao ponto de terem um templo dedicado a eles, o Prang Sam Yot. Por toda parte, é comum ver grupos de macacos interagindo com turistas e moradores.
A comoção é tamanha que anualmente, na última semana de novembro, Lop Buri celebra o “Festival dos Macacos” (Monkey Buffet Festival). Durante o evento, os moradores oferecem uma variedade de alimentos aos macacos em agradecimento por atraírem turistas e contribuírem para a economia local.
Convívio entre humanos e macacos

Ao longo dos anos, os macacos se tornaram parte da identidade cultural de Lop Buri. Lendas locais os associam ao deus hindu Hanuman, e a Autoridade de Turismo da Tailândia promove a imagem de uma coexistência pacífica entre humanos e primatas. No entanto, a realidade é mais complexa. Os macacos vagam em grande número pela cidade, invadindo comércios e residências, o que transformou o convívio em um desafio constante.
Com o passar dos anos, o número de primatas aumentou de forma descontrolada, e muitos comerciantes e moradores se viram obrigados a abandonar suas propriedades devido aos danos frequentes causados pelos animais. As áreas próximas ao templo Phra Prang Sam Yot se tornaram focos de tensão, em que prédios abandonados servem de abrigo para os macacos.
A vida em Lop Buri exige adaptações constantes por parte dos moradores humanos. Para proteger seus lares e negócios, muitos recorreram a soluções improvisadas, como a instalação de cercas elétricas feitas com canos de PVC e redes metálicas, na tentativa de afastar os primatas. No entanto, nem sempre essas barreiras são eficazes devido à inteligência dos primatas. Estilingues se tornaram ferramentas essenciais no cotidiano, não para ferir, mas para assustar e dispersar os animais.
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O acesso a Lop Buri é feito principalmente por trem, partindo da estação Hua Lamphong, em Bangkok. O trajeto leva cerca de 2h30min. Muitos visitantes optam por um bate-volta, mas vale a pena passar ao menos um dia explorando a cidade. Para aqueles que planejam explorar o norte da Tailândia, é recomendável uma parada em Ayutthaya, que fica no caminho.
Entre os principais pontos turísticos está o templo Prang Sam Yod, conhecido como “templo dos macacos”, famoso por suas três pagodas e pela presença constante desses animais. Outro destaque é o San Phra Kan, um pequeno templo budista onde os macacos são alimentados e cuidados. Além disso, as ruínas de Wat Phra Si Ratana Mahathat oferecem uma visão do antigo monastério e são ideais para fotografias.

Lop Buri é ideal para explorar a pé. Os visitantes podem encontrar refeições econômicas e frutas frescas em feiras locais. Contudo, é preciso atenção aos macacos, que costumam pegar alimentos das mãos dos mais distraídos.
Privados do habitat natural e dependentes dos humanos para se alimentar, os primatas se tornaram dependentes de doações esporádicas de comida. Durante o Monkey Buffet Festival , fartas bandejas de frutas e vegetais são oferecidas aos animais, mas, ao longo do ano, essa abundância não se mantém. Isso cria períodos de escassez, nos quais os macacos recorrem ao lixo urbano ou invadem estabelecimentos em busca de alimento.
Essa escassez leva a conflitos entre os próprios primatas e entre animais e humanos. Vídeos que mostram bandos de macacos brigando violentamente por comida viralizaram nas redes sociais.
Fonte: Turismo
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No frio? Conheça a praia brasileira com mar quente o ano todo

Enquanto o inverno se aproxima e as temperaturas caem em grande parte do país, um destino no litoral do Rio de Janeiro oferece um contraste surpreendente: águas quentes durante todo o ano. Localizada próxima à Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Praia do Laboratório atrai visitantes em busca de um mergulho relaxante, mesmo nos dias mais frios.
Por que a água é quente?
O fenômeno ocorre devido ao processo de resfriamento das usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. A água do mar é utilizada para resfriar o vapor gerado na produção de energia elétrica e, após passar por um sistema isolado, é devolvida ao oceano com temperatura entre 3°C e 5°C mais elevada.
Segundo a Eletronuclear, responsável pelas usinas, não há contato entre a água do mar e materiais radioativos, garantindo segurança aos banhistas. Monitoramentos realizados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) confirmam que a praia é própria para banho desde 2016.
Um cenário paradisíaco e tranquilo
Com uma pequena faixa de areia cercada por vegetação exuberante, a Praia do Laboratório é um refúgio pouco explorado por turistas. Suas águas calmas são ideais para mergulho e observação da vida marinha, incluindo tartarugas que frequentam a região.
O acesso não é sinalizado, o que ajuda a preservar a tranquilidade do local. Partindo de São Paulo, o trajeto mais comum é pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), seguindo por uma estrada asfaltada próxima às usinas. Apesar da ausência de infraestrutura comercial, vendedores ambulantes costumam circular no local durante a alta temporada.
Destaque nas redes sociais
Recentemente, a praia ganhou fama após um vídeo de um mergulho nas águas quentes viralizar nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações. Apesar de algumas dúvidas sobre a segurança devido à proximidade com a usina, não há riscos à saúde.
Vale a pena visitar?
Para quem busca um destino diferente, longe das agitações turísticas, a Praia do Laboratório é uma ótima opção. Além do banho relaxante, o cenário natural proporciona um dia de paz e conexão com a natureza. Recomenda-se levar água e alimentos, já que o local não conta com quiosques ou restaurantes.
Se a ideia é fugir do frio e mergulhar em águas quentes em pleno inverno, esse recanto escondido no litoral fluminense pode ser a escolha perfeita.
Como chegar:
Partindo de São Paulo: siga pela BR-101 (Rio-Santos) até Angra dos Reis.
Acesso à praia: procure uma estrada asfaltada próxima às usinas nucleares (não há placas indicativas).
Estacionamento: há um local para estacionar perto da orla.
Fonte: Turismo
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