CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Projeto digital de segurança contra incêndio dá mais agilidade na emissão de alvarás

Publicado em

MATO GROSSO

O primeiro Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSCIP) protocolado de forma totalmente digital no Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) já foi analisado pela corporação, marcando um avanço significativo na modernização dos serviços.

Essa iniciativa representa o início da utilização do módulo de Análise de Projetos do Sistema de Serviços Técnicos, em sua versão completamente online. A novidade, implementada neste mês de fevereiro, proporciona maior agilidade, eficiência e transparência nos processos de análise e aprovação de projetos dessa natureza.

O primeiro PSCIP analisado se refere ao projeto de uma escola no município de Colíder (a 633 km de Cuiabá). A análise foi realizada por um militar do 5º Batalhão de Bombeiros Militar (5º BBM), em Sorriso, com objetivo verificar se o projeto está em conformidade com toda a legislação de segurança contra incêndio e pânico.

O comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, destacou a importância da modernização do sistema, que facilita o protocolo do PSCIP, acelera a prestação do serviço em comparação com o processo anterior, realizado fisicamente, e reduz os custos para os usuários.

Leia Também:  Sapezal torna público gabarito definitivo do seletivo para credenciamento de conciliador

“Essa transformação digital representa um passo importante para a modernização do serviço público e para a melhoria contínua dos processos administrativos. Para o cidadão, garantimos mais celeridade, segurança e eficiência na análise dos projetos”, afirmou o coronel.

Com a implementação desse sistema, os profissionais não precisam mais se deslocar até a sede do Corpo de Bombeiros Militar para submeter suas propostas para análise e aprovação. Isso reduz custos com deslocamento e elimina a necessidade de impressões físicas das plantas dos projetos, gerando uma economia significativa.

Além disso, o sistema digital centraliza as análises em uma única fila. Dessa forma, todos os projetos serão analisados seguindo uma mesma ordem, independentemente da localidade em que foram protocolados. Isso significa que projetos de qualquer município do Estado serão distribuídos para análise conforme a ordem cronológica de entrada, evitando desigualdades de tempo entre as regiões.

“O sistema quebra a barreira do físico. Agora, a pessoa não precisa mais ir até a unidade dos bombeiros para solicitar o serviço; ela pode fazer tudo virtualmente, em qualquer horário. Com isso, estabelecemos uma nova gestão unificada. Ou seja, qualquer pessoa que solicitar a análise entra em uma fila única, o que possibilita um atendimento dentro de um prazo adequado para todos”, disse o coronel.

Leia Também:  Sema resgata oito jacarés de piscinas em uma pousada desativada na Transpantaneira

Próximas etapas

Além da análise de projetos novos, o módulo de análise de PSCIP também contemplará, em breve, a análise de projetos temporários e de alterações de dados. A previsão é que o módulo completo esteja disponível até o final deste ano, com a digitalização de todos os serviços de análise. Essa evolução promete transformar significativamente a forma como o Corpo de Bombeiros Militar realiza a análise de projetos para aumentar a eficiência.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

MT Hemocentro lança carteira digital de hemoglobinopatia para facilitar atendimentos em casos de urgência

Publicados

em

O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, lançou a carteira digital de hemoglobinopatia nesta terça-feira (26.5), durante evento sobre a Doença Falciforme no Conselho Regional de Medicina (CRM-MT). A carteirinha irá reunir informações do diagnóstico da doença, tipagem sanguínea, fluxogramas de complicações, sinais de alerta e manejo da dor do paciente.

A ferramenta é resultado da parceria entre as Secretarias de Estado de Saúde (SES-MT) e de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) e já pode ser solicitada pelos pacientes através do aplicativo MT Cidadão ou Portal do Cidadão Gov.MT (https://portal.mt.gov.br/app/solicitar-carteira-de-hemoglobinopatia).

“A carteira digital funcionará como um passaporte de saúde digital, reunindo informações clínicas essenciais que podem ser acessadas a qualquer momento, especialmente em situações de urgência. É a tecnologia a serviço do cuidado humanizado e da segurança do paciente”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.

Segundo a secretária adjunta de Unidades Especializadas da SES, Patrícia Neves, as informações essenciais ficarão na “palma da mão” dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), para garantir fácil acesso em caso de urgência.

Leia Também:  Juízes, servidores e parceiros aprendem a promover ensino para adulto de forma eficaz

“A carteira digital foi pensada para ser prática, completa e útil tanto para o paciente quanto para o profissional de saúde que o atende. Os dados serão acessíveis aos profissionais de saúde apenas mediante autorização do paciente e utilizados exclusivamente para o cuidado em saúde, com total respeito à privacidade e à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, explicou.

Conforme o diretor do MT Hemocentro, Fernando Henrique Modolo, além da tipagem sanguínea, o documento também aponta a fenotipagem eritrocitária estendida, exame laboratorial essencial para transfusões seguras, prevenindo reações transfusionais.

“A carteira traz um fluxograma com orientações objetivas para o manejo das principais complicações. O documento tem ainda um box de destaque com os sintomas que exigem atendimento médico imediato”, afirmou.

A ferramenta conta com um módulo especial sobre o manejo da dor, com Escala Visual de Dor (EVA), Escada analgésica da Organização Mundial da Saúde (OMS) adaptada, tabela prática de medicamentos e doses, e alertas rápidos com lembretes objetivos para um atendimento seguro.

“A dor é a complicação mais frequente e temida pelos pacientes, principalmente os que convivem com a doença falciforme. A carteira digital traz um módulo dedicado a este tema, pois a analgesia não deve ser adiada: os profissionais de saúde devem medicar a dor, sem necessidade de aguardar exames laboratoriais”, concluiu o diretor.

Leia Também:  MT rompe séculos de silenciamento literário e publica livro com sabedorias das mulheres ciganas

Parceria com a Associação da Doença Falciforme

Segundo a coordenadora técnica do MT Hemocentro, Susana Sandim Borges, a unidade especializada ouviu e reconheceu uma demanda antiga da Associação de Pessoas com Doença Falciforme do Estado de Mato Grosso (ASFAMT).

“Esta carteira digital era algo esperado há muito tempo pelos pacientes com doença falciforme e contou com o apoio da associação na sua criação. Ainda neste ano, haverá uma segunda etapa do projeto para trazer melhorias de automatizar o manejo da hidroxiureia para pacientes com doença falciforme”, afirmou a coordenadora.

O sistema da carteira digital vai substituir planilhas de Excel por plataforma integrada, com cálculo automático de doses, alertas de toxicidade, agendamento inteligente de consultas e envio de notificações por e-mail. O documento também terá uma linha do tempo clínica de cada paciente, fundamental para avaliar a resposta ao tratamento e tomar decisões baseadas em evidências.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA