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Dupla de Bia Haddad vai às quartas após bater favoritas no WTA de Doha
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Afinada, a dupla da brasileira Beatriz Haddad Maia com a alemã Laura Siegemund avançou às quartas de final das duplas femininas no WTA 1000 de Doha (Catar), após emplacarem a segunda vitória consecutiva no torneio. Nesta terça-feira (11), elas superaram por 2 sets a 0 (parciais de 6/4 e 6/2) a parceria da norte-americana Sofia Kenin com a ucraniana Lyudmila Kichenok (cabeças de chave 4).

Bia e Laura lutarão por uma vaga nas semifinais do WTA de Doha na quinta (13), em horário ainda a ser definido. Elas terão pela frente a belga Elise Mertens e a australiana Ellen Perez, que derrotaram hoje (11) as chinesas Yifan Xu e Zhaoxuan (7/5 e 7/3).
No início do ano, Bia e Laura chegaram à final do WTA 500 de Adelaide (Austrália), mas deixaram escapar o título após revés na final para dupla da chinesa Hanyu Guo com a russa Alexandra Panova. Depois elas competiram no Aberto da Austrália e foram até às oitavas.
Na quarta (12) será a vez da paulista Luisa Stefani em parceria com Peyton Stearns (Estados Unidos) encarar nas oitavas a dupla da taiwanesa Hao Chan com com a russa Veronika Kudermetova – o horário ainda ser divulgado. Luisa Stefani – recém-campeã do WTA 500 de Linz (Áustria), ao lado da húngara Timea Babos – busca o bicampeonato em Doha: no ano passado, ela faturou o título em parceria com a holandesa Demi Schuurs.
Joao Fonseca estreia no ATP 250 de Buenos Aires
Atual número 99 do mundo, o carioca João Fonseca estreia hoje (11), às 18h30 (horário de Brasília), no ATP 250 de Buenos Aires (Argentina) contra o anfitrião Martin Etcheverry (44º no ranking), um dos principais do país, ao lado de Juan Martin del Porto. O confronto será o primeiro de Fonseca e Etcheverry no circuito da ATP.
O treino do João com o Rune estava com uma plateia boa, hein?
📹: IG/mundotenisarg pic.twitter.com/M49nw8lZfd
— João Fonseca Updates (@fonsecaupdates) February 10, 2025
Na segunda (10), Fonseca foi o centro das atenções durante treino na quadra de saibro, junto com o dinamarquês Helger Rune (12º), um dos favoritos ao título da chave de simples masculina. Aos 18 anos, o carioca abriu a temporada no circuito profissional com o título do o Challenger de Camberra (
Austrália) e logo depois, furou o qualificatório do Aberto da Austrália. Ao estrear na chave principal do Grand Slam australiano, Fonseca surpreendeu o russo Andrey Rublev (9º) na segunda rodada, mas depois deu adeus ao torneio ao perder a terceira rodada para o italiano Lorenzo Sonego (55º).
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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo
O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.
O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.
A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.
Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.
O castigo no segundo tempo
Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.
A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.
O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.
Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.
O caminho da Noruega
Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Placar |
Brasil 1 x 2 Noruega |
| Competição | Copa do Mundo (oitavas de final) |
| Local | MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA) |
| Data | 5 de julho de 2026 (domingo) |
| Horário | 17h (de Brasília) |
| Cartões amarelos | Neymar (Brasil) |
| Cartões vermelhos | Nenhum |
| Árbitro | Ismail Elfath (EUA) |
| Assistentes | Corey Parker e Kyle Atkins (EUA) |
| VAR | Tatiana Guzman (NCA) |
| Gols | Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil) |
| Brasil | Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior. |
| Técnico do Brasil | Carlo Ancelotti |
| Noruega | Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland. |
| Técnico da Noruega | Stale Solbakken |
Fonte: Esportes
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