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Fluminense vence Vasco de virada em clássico emocionante no Mané Garrincha
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Em um jogo movimentado e cheio de emoções, o Fluminense venceu o Vasco por 2 a 1, de virada, nesta quarta-feira, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Com a vitória, o Tricolor chegou aos dez pontos no Campeonato Carioca, se aproximando da zona de classificação para as semifinais. O Vasco, por outro lado, conheceu sua primeira derrota na temporada, permanecendo com 13 pontos e na terceira colocação.
O Vasco abriu o placar logo no primeiro minuto, com Coutinho, após erro na saída de bola do Fluminense. No entanto, o Tricolor reagiu e virou o jogo ainda na primeira etapa, com gols de Thiago Silva e Germán Cano.
Vasco sai na frente, mas Fluminense domina e vira
O jogo começou com um balde de água fria para o Fluminense. Com apenas um minuto de jogo, Fuentes errou na saída de bola, Paulinho recuperou e tocou para Vegetti, que serviu Coutinho para abrir o placar para o Vasco.
O gol sofrido no início fez o Fluminense se lançar ao ataque. Aos 12 minutos, Canobbio quase empatou, mas parou em grande defesa de Lucas Oliveira. A partir daí, o Tricolor passou a dominar o jogo, mas encontrava dificuldades para criar chances claras de gol.
Aos 31 minutos, o Fluminense chegou ao empate. Após cobrança de falta na área, Thiago Silva subiu mais alto que a defesa vascaína e cabeceou para o fundo das redes.
O gol de empate animou ainda mais o Fluminense, que continuou pressionando. Aos 40 minutos, a virada tricolor se concretizou. Fuentes arriscou de fora da área e Cano desviou a bola, enganando o goleiro Léo Jardim e marcando o segundo gol do Fluminense.
Segundo tempo de controle tricolor e vitória garantida
Na segunda etapa, o Vasco voltou com postura mais ofensiva em busca do empate, mas parou na forte marcação do Fluminense. Os cruzmaltinos tiveram poucas chances de gol, com destaque para um cabeceio de Hugo Moura.
O Fluminense, por sua vez, recuou um pouco e passou a explorar os contra-ataques, mas sem sucesso. Na reta final da partida, o Tricolor conseguiu controlar a posse de bola e neutralizar as investidas do Vasco, garantindo a importante vitória no clássico.
Próximos Jogos
O Vasco volta a campo na próxima segunda-feira, contra o Sampaio Corrêa, em São Januário. O Fluminense terá pela frente o clássico contra o Flamengo, no próximo sábado, no Maracanã.
FICHA TÉCNICA
VASCO 1 X 2 FLUMINENSE
Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 05/02/2025
Hora: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães
Assistentes: Gustavo Mota Correia e Daniel de Oliveira Alves Pereira
Cartões amarelos: Paulinho, Hugo Moura, Jair, Matheus Carvalho e Lucas Oliveira (Vasco); Fuentes, Thiago Silva e Bernal (Fluminense)
GOLS: Coutinho, a 1′ do 1ºT (VASCO); Thiago Silva, aos 31 do’1ºT; Cano, aos 40’do 1º T (FLUMINENSE)
VASCO: Léo Jardim, Paulo Henrique (Bruno Lopes), João Victor, Lucas Oliveira e Lucas Piton; Hugo Moura (Puma Rodríguez), Jair (Matheus Carvalho), Tchê Tchê, Paulinho (Alex Teixeira) e Philippe Coutinho (Payet); Vegetti. Técnico: Fábio Carille
FLUMINENSE: Fábio, Guga, Thiago Santos, Thiago Silva e Fuentes; Martinelli (Bernal), Hércules e Jhon Arias; Riquelme (Lima), Canobbio (Paulo Baya) e Germán Cano (Serna). Técnico: Mano Menezes
Fonte: Esportes
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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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