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Filhote de gato palheiro resgatado em lavoura passa por avaliação médica em Várzea Grande

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Um filhote de gato palheiro, que foi resgatado por um trabalhador rural em uma lavoura localizada na cidade de Gaúcha do Norte (a 571 km de Cuiabá) na última terça-feira (28.1), passa por avaliação médica em Várzea Grande. O felino recebeu o nome de Buriti, tem aproximadamente 30 dias de vida e pesa cerca de 148 gramas.

Um funcionário da zona rural percebeu um gavião voar próximo do trator em que trabalhava. A ave tentava pegar algo no chão. Ao verificar, o homem se deparou com a pequena fêmea e a levou até a unidade da Polícia Militar de Gaúcha do Norte para encaminhamento ao órgão competente.

O animal foi entregue à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), que contou com apoio da Prefeitura de Gaúcha do Norte para o transporte até a clínica veterinária em Várzea Grande, onde passará por avaliação e exames para verificar seu estado de saúde.

O destino final do filhote vai ser determinado Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), entidade que pesquisa e faz o manejo para conservação de espécies de mamíferos carnívoros.

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Buriti deverá ser destinada juntamente com outro filhote de gato palheiro, também fêmea, resgatada no final de 2024 por uma moradora de Rio Branco (a 361 km de Cuiabá), enquanto caminhava próximo à MT-339 e entregue a Polícia Militar de Proteção Ambiental. O animal silvestre, chamado de Pitomba, está sob os cuidados de uma guardiã até a destinação final.

Orientações

A Sema orienta que, ao se deparar com crimes contra animais silvestres, a população denuncie por meio da Ouvidoria no número 0800 065 3838, ou em uma das unidades regionais.

Se encontrar animais silvestres que necessitem de resgate, acione a Polícia Militar pelo 190, ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. O procedimento é importante para evitar riscos desnecessários tanto à saúde tanto do animal quanto do cidadão.

Veja os vídeos das filhotes Buriti e Pitomba

Buriti: https://www.youtube.com/shorts/AMOlqKO2Obg

https://www.youtube.com/shorts/eAZAgTKiNds

Pitomba: https://www.youtube.com/shorts/2XKfQWkovRc

https://www.youtube.com/shorts/SqHTERENVuw

*Com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

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Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

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Fonte: Governo MT – MT

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