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POLITÍCA NACIONAL

Comissão de Agricultura discute custos para comprar grãos na região Sul

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados realiza nesta quinta-feira (28) audiência pública sobre os custos na compra de grãos para a região Sul.

O debate foi pedido pela deputada Daniela Reinehr (PL-SC) e está marcado para as 10 horas, no plenário 6.

Daniela afirma que o problema de abastecimento de grãos para atender agroindústrias e criadores da região Sul é antigo. “A cada ano o problema se aflora, e, quando ocorrem situações imprevistas como intempéries ou ataque de pragas, o problema se destaca ainda mais.”

Rota do Milho
O alto custo do cereal reflete-se no preço das carnes e do leite. A saída, segundo a deputada, é tentar minimizar os custos de transportes. “Trazer milho do Centro-Oeste tem frete elevado devido à distância; importar do Paraguai é mais perto, porém mais demorado devido a burocracia nas aduanas,” explica.

A solução seria implementar a Rota do Milho, que prevê trazer grãos do Paraguai para os estados da região Sul, por um trecho mais curto e mais rápido através da passagem por território argentino.

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Daniela Reinehr reconhece, no entanto, que a alternativa pode ser difícil de ser implementada porque envolve três países. “Além dos problemas burocráticos e diplomáticos, que precisam ser superados pelos governos dos três países, ainda há falta de infraestrutura para o transporte rodoviário e alfandegário”, lamenta.

“Precisamos continuar procurando alternativas, e agilizando soluções para não desestruturar nosso setor agroindustrial”, alerta a parlamentar.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Câmara aprova projeto que garante atestado para funcionário que acompanhar criança doente

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A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga a emissão de atestado para amparar ausência no trabalho de responsável legal de criança menor de 12 anos cuja doença demande assistência direta. A proposta será enviada ao Senado.

De autoria do deputado Alencar Santana (PT-SP), o Projeto de Lei 4913/25 foi aprovado na forma de substitutivo da relatora, deputada Denise Pêssoa (PT-RS).

Segundo o texto, a emissão do atestado será obrigatória sempre que for recomendado repouso da criança e houver necessidade de acompanhamento direto durante o período de recuperação.

No entanto, o afastamento do ambiente de trabalho não implicará necessariamente uma folga. Sempre que possível, a atividade laboral será realizada por teletrabalho, compensação de jornada e outras formas previstas em lei ou em negociação coletiva.

Além dos dados de identificação, o atestado deverá conter o período recomendado de repouso e a declaração expressa da necessidade de acompanhamento do responsável legal. Caso não haja impedimento ético-médico, também deverá ser descrito o diagnóstico pelo médico assistente da criança.

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Licença
No caso de não ser possível prestar assistência direta indispensável à criança simultaneamente com o exercício do trabalho ou por meio de compensação de horário, uma licença deverá ser concedida por 14 dias, consecutivos ou não, dentro de um período de 12 meses. O início desse período será contado a partir da data do primeiro afastamento concedido.

Durante a licença, serão assegurados a manutenção do vínculo empregatício e os direitos previstos em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Os dias tirados por essa licença não serão considerados falta ao serviço para fins de desconto do salário e contagem de dias de férias a que o trabalhador tem direito pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Mais informações em instantes

Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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