POLITÍCA NACIONAL
Trecho da BR-153, em São Paulo, homenageia delegado morto em serviço
POLITÍCA NACIONAL
O trecho da rodovia BR-153 entre os municípios de Icém e Nova Granada, no estado de São Paulo, agora denomina-se “Rodovia Doutor Luciano Heitor Beiguelman”. É o que determina a Lei 15.031/24, publicada no Diário Oficial da União da sexta-feira (22).
Luciano Heitor Beiguelman foi um delegado da Polícia Civil de São Paulo que morreu após uma troca de tiros com assaltantes na região do Itaim Bibi (Zona Sudoeste de São Paulo) em 1º de fevereiro de 2000, um mês antes de completar 32 anos de idade.
A homenagem ao delegado foi proposta pelo ex-deputado Geninho Zuliano (SP) no PL 6495/19. O texto foi aprovado pela Câmara no ano passado e, pelo Senado, outubro deste ano.
Com informações da Agência Senado – RL
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Projeto amplia indenização em contratos entre pessoas jurídicas
O Projeto de Lei 144/26, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), aplica a regra da rescisão imotivada para todo contrato de prestação de serviço entre pessoas jurídicas, mesmo sem previsão expressa no contrato. O texto, que inclui a regra no Código Civil, está em análise na Câmara dos Deputados.
Atualmente, se um prestador de serviço for despedido sem justa causa antes do prazo contratual, o contratante deve pagar integralmente o valor já vencido e a metade do valor que seria devido até o final do contrato. A proposta amplia essa regra para qualquer contrato entre pessoas jurídicas.
Segundo Laura Carneiro, ainda há controvérsia sobre a aplicação da regra nesses contratos em casos de rescisão unilateral, imotivada e antecipada. A proposta, de acordo com a deputada, segue interpretação recente do Superior Tribunal de Justiça, que entendeu pela não restrição da regra a contratos entre pessoas.
“Não há mais espaço para dúvidas quanto à aplicabilidade das normas próprias aos contratos de prestação de serviços sobre aqueles firmados entre pessoas jurídicas, empresárias ou civis. É provável que a maior proporção desses contratos na atualidade envolva contratantes pessoas jurídicas, diante da pejotização”, disse a deputada.
Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados
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