MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros Militar combate incêndio em edificação em Sorriso
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu, na madrugada deste domingo (10.11), um incêndio em uma edificação no bairro São Matheus, em Sorriso (a 398,2 km de Cuiabá). Apesar da agilidade no atendimento, três pessoas morreram.
A equipe da 10ª Companhia Independente de Bombeiro Militar (10ª CIBM) foi acionada pela Polícia Militar, às 03h46, para uma ocorrência de incêndio. Informações iniciais indicavam que o imóvel estava tomado por grandes chamas e havia a possibilidade de vítimas no interior da edificação.
Imediatamente, as viaturas de combate a incêndio e a unidade de resgate seguiram para o local e, em menos de 4 minutos, os bombeiros militares já estavam em operação. Uma linha de combate foi montada para o ataque direto às chamas, que estavam muito intensas. Os bombeiros militares tiveram que arrombar as portas frontais para acessar o interior da edificação.
Testemunhas confirmaram ter ouvido gritos vindos de dentro da edificação. Com base nesse relato, a equipe iniciou as buscas pelas pessoas, enquanto prosseguia no combate ao fogo que continuava a se alastrar rapidamente.
Após controlar os principais focos de incêndio, os bombeiros militares avançaram até o banheiro, cuja porta estava obstruída e precisou ser arrombada para permitir o acesso. No interior do banheiro, que estava completamente tomado por fumaça e sem ventilação, foram encontradas três pessoas adultas caídas no chão.
Na avaliação inicial das vítimas, os bombeiros militares constataram que as três pessoas não apresentavam sinais vitais e exibiam queimaduras graves no corpo e no rosto. A Polícia Civil e a Politec foram acionadas e assumiram a ocorrência após a completa extinção das chamas e o rescaldo realizado pelos bombeiros militares.
As causas do incêndio e das mortes só poderão ser esclarecidas por meio de uma investigação detalhada.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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