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Professores da rede pública municipal de educação participam de oficina sobre cultura indígena

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Professores de Artes da rede pública municipal de educação participam, no Centro de Formação da Escola Cuiabana (CFEC), da oficina “Cantos da floresta – enveredando-se pelas culturas indígenas brasileiras”. A proposta é estimular os educadores a refletirem sobre o universo indígena, em toda sua diversidade cultural, a partir das músicas indígenas brasileiras. A palestra foi ministrada pela musicista e pesquisadora independente de músicas do mundo e das culturas indígenas brasileiras, Magda Pucci.

A regente professora Eliane de Castilho Lírio explicou que a oficina oportuniza aos profissionais uma vivência com as tradições de alguns grupos indígenas de diferentes partes do país como Kambeba, Krenak, Paiter Suruí, Kaingang, Ikolen-Gavião, Xavante, Mbya Guarani, Guarani Kaiowá e povos do Rio Negro. “A proposta é abordar questões como a escuta atenta da diversidade musical desses povos; o contexto histórico e social com alguns costumes, ritos, mitos e brincadeiras; e práticas musicais com diversos cantos, a fim de proporcionar aos professores uma experiência das nossas mais remotas origens, além de também alimentar o professor com sugestões de atividades lúdicas para a inclusão da temática indígena nas unidades educacionais”, disse Eliane de Castilho.

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A secretária-adjunta de Educação, Débora Marques Vilar acompanhou a abertura do evento formativo e destacou a importância da iniciativa. “A Secretaria Municipal de Educação atua para fortalecer o conhecimento em todas as áreas e hoje estamos aqui, os profissionais de arte, nesse momento importante de interação e fortalecimento da prática pedagógica, melhorando suas propostas de trabalho nas unidades educacionais e quem ganha são os estudantes com um ensino de qualidade”, destacou Débora Marques Vilar.

A palestrante Magda Pucci salientou ser fundamental que os professores tenham conhecimento, acesso e uma iniciação sobre a presença e multiplicidade de povos indígenas no Brasil e em Mato Grosso onde existem cerca de 19 povos indígenas. A pesquisadora falou sobre o Parque do Xingu, um dos lugares que considera como um dos mais lindos do país, com uma cultura indígena muito bem preservada e citou o Kuarup, um ritual fúnebre sagrado realizado pelos povos indígenas do Alto Xingu e o Jauari, uma festa de guerra do povo Kalapalo, ente outros.

“Há uma grande dificuldade em incluir esses repertório e conteúdo na sala de aula. Não é só acolher a criança indígena, mas trabalhar artisticamente, historicamente, contextualmente esses vários universos. São 305 povos, mais de 250 línguas em todo o país, imagina essa diversidade. Infelizmente na nossa formação não tivemos isso então, acho importante como professores e educadores, que possamos buscar esse conhecimento. Espero que essa oficina seja um estimulo para os profissionais”, disse Magda Pucci.

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A oficina contou com a participação de estudantes da orquestra de flautas da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Ana Tereza Arcos Krause. O evento foi realizado no último dia 21.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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