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POLITÍCA NACIONAL

Projeto prioriza mulheres na concessão da Bolsa-Atleta

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POLITÍCA NACIONAL

O Projeto de Lei 3285/24 prioriza as mulheres na concessão da Bolsa-Atleta. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera a Lei Geral do Esporte.

Pela proposta, a mulher chefe de família, a gestante ou a vítima de violência doméstica em vulnerabilidade social terá prioridade entre os grupos já priorizados hoje, que são os atletas de alto rendimento das modalidades olímpicas, paralímpicas e surdolímpicas.

A autora do projeto, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), afirma que, apesar de o esporte feminino ter evoluído bastante nas últimas décadas, ainda são nítidas as desigualdades entre homens e mulheres.

“A percepção é de que as mulheres são menos incentivadas a ingressar no esporte de alto rendimento, enquanto os homens se beneficiam de uma cultura que incentiva amplamente a prática esportiva”, afirma a deputada.

Segundo ela, isso deve-se ao fato de que o esporte é um ambiente predominantemente masculino e “exige que as mulheres se adaptem a uma perspectiva criada para o sexo oposto”.

Próximos passos
O projeto de lei tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; do Esporte; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão de Educação aprova proposta que exige noções de Libras de gestores escolares

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna obrigatória a comprovação de noções básicas de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para gestores da educação básica. A exigência valerá para cargos de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS), para o Projeto de Lei 480/26, do deputado licenciado Murilo Galdino (PB).

Conforme a nova redação, a equipe de gestão da escola deverá contar com profissional que conheça Libras, selecionado entre os professores da unidade ou contratado especificamente para a função. O projeto inicial priorizava pessoas surdas nas contratações.

“Um gestor escolar ou um profissional de apoio deverá ter condições de se comunicar com grande número de pessoas – colegas e demais funcionários, alunos e pais – os quais, na imensa maioria, não sabem se comunicar em Libras”, justificou Franciane Bayer.

Ela ressaltou ainda que a medida amplia o acolhimento e os serviços educativos prestados aos alunos surdos, ao incluir a mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

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“Até que tenhamos na Libras uma segunda língua dos brasileiros, é mais factível dispor do apoio de profissional conhecedor que já trabalhe na escola ou que venha a ser contratado para integrar a equipe pedagógica”, afirmou a relatora.

De acordo com o substitutivo, a comprovação do conhecimento básico em Libras deverá ser feita antes da contratação ou designação para o cargo, respeitando-se também os demais critérios técnicos e pedagógicos.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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