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Terceira ETA construída na gestão Kalil está finalizada

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Com previsão de entrega ainda para este ano, a Estação de Tratamento de Água Imigrantes, em Várzea Grande, mais conhecida como ETA Imigrantes/Bomsucesso, é a terceira unidade de captação, tratamento e distribuição de água potável entregue na gestão do prefeito Kalil Baracat (MDB). O projeto, 100% custeado por recursos próprios, orçado em cerca de R$ 30 milhões, atingiu 93% de conclusão em junho. Nesta fase de reta final, alguns prazos estão sendo cumpridos e os testes já se iniciam em agosto.

A ultima etapa foi a instalação de equipamentos e materiais para finalizar a balsa e o reservatório. “Os testes já foram realizados e os tecnicos estão avaliando o sistema como um todo, da captação, pressurização, tratamento, distribuição e abastecimento, e a ETA Imigrantes/Bomsucesso já está em funcionamento”, comemora Kalil Baracat.

A ETA Imigrantes tem capacidade para atender diretamente algo em torno de 45 mil pessoas e outras 25 mil indiretamente, pois com seu funcionamento o Sistema 1 será incrementado, já que na atualidade os bairros da região ao longo da Rodovia dos Imigrantes são abastecidos ou por poços artesianos ou pela ETA localizada na Avenida Ulisses Pompeu, a mais antiga de Várzea Grande.

Com capacidade máxima de 125 litros por segundo ou 10,8 milhões de litros dia, a ETA Imigrantes/Bonsucesso vai atender bairros como o 24 de Dezembro, 15 de Maio, Vitória Régia, Santa Maria, Costa Verde, Capão de Pequi entre outros que fazem parte da região Sul e Oeste da cidade.

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A solução para o abastecimento de água em Várzea Grande foi a maior prioridade de sua gestão, como previa seu plano de governo, como destaca o prefeito. “Tivemos de enfrentar a pandemia da COVID 19, incrementar investimentos na saúde de maneira sem precedentes, mas nunca perdemos o foco no abastecimento de água, vou entregar três estações de tratamento em Várzea Grande e vamos elevar para até 90% a coleta e tratamento do esgoto”.

Como ratifica o prefeito, o abastecimento de água melhorou nesses quatro anos. Esse avanço pode ser medido pela redução na intermitência no fornecimento que foi reduzida de 15 dias a oito dias, para dois, um dia, e até dia sim, dia não.

“Saímos de um problema crônico que era a falta de água para um problema pontual. Aliás, nosso desafio hoje é pontual e se concentra nas perdas em função de vazamentos, pois a rede é antiga, desvios, na implantação de novas redes de distribuição. Hoje temos vazamentos porque a água está pressurizada, porque está com força, porque a água existe. Vamos recuperar as redes de distribuição, promover a implantação de hidrômetros para se evitar as perdas e abusos”, disse.

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Segundo o gestor, há uma proposta técnica cadastrada no Ministério das Cidades com recursos no valor de R$ 270 milhões, sendo R$ 180 milhões para água e R$ 92 milhões para projetos na rede de tratamento de esgoto. “Há um empenho pessoal do ministro Carlos Fávaro para que sejam liberados o mais rápido possível para Várzea Grande”, disse o prefeito.

Além da ETA Imigrantes, o município tem quatro estações que realizam a captação e tratamento da água, são elas: ETA Ulisses Pompeu de Campos, ETA Júlio Campos, ETA Cristo Rei, ETA Barra do Pari.

“Com a ETA Imigrantes/Bonsucesso são mais de 60 milhões de litros de água por dia ou 1 bilhão e 800 milhões de litros por mês. Água suficiente para atender cada um dos moradores de Várzea Grande com mais de 150 litros por dia, volume considerado essencial pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para atender as pessoas com água de qualidade. As cinco ETAs chegarão a 95% da população, pois os 5% restantes são da zona rural e atendidos por poços artesianos”, pontua Kalil Baracat.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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