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MATO GROSSO

Sema informa mudança de horário e atendimento na Coordenadoria do CAR

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) comunica mudanças no atendimento na Coordenadoria de Cadastro e Regularização Ambiental (CCAR). A medida é necessária devido a reforma na sede da secretaria. A partir de segunda-feira (16.09), os atendimentos presenciais passam a acontecer das 7h30 às 12h30. É necessário fazer o agendamento.

Informações e agendamento de atendimento continuam pela equipe da Coordenadoria de Atendimento ao Cidadão. Devido a migração do sistema de telefonia, o atendimento por telefone da CCRAR está suspenso. Esclarecimentos, dúvidas e informações continuam normalmente via e-mail ([email protected]) e aplicativo de mensagem no número (65) 3613-7288.

Nesta sexta-feira (13.09), não haverá agendamentos, atendimentos telefônicos e presenciais devido a mudança.

O coordenador de Cadastro e Regularização Ambiental Rural, Evandro Müller, destaca que toda mudança gera desconforto, mas será por um período determinado. “Estamos trabalhando para resolver o quanto antes”, disse.

Por causa da grande demanda, Evandro reforça que a duração do atendimento por pessoa é de 30 minutos. Caso a consulta ultrapasse esse tempo, é preciso realizar um novo agendamento. “Os documentos e os dados necessários precisam estar organizados para que o atendimento flua e a pessoa tenha sua demanda atendida ”, completa.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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