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Brasil adota medidas para reduzir dependência de fertilizantes importados

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anunciou uma série de iniciativas para aumentar a produção nacional de fertilizantes e diminuir a dependência do Brasil em relação aos insumos importados, que atualmente representam cerca de 85% do consumo interno.

Uma das principais mudanças foi a alteração da Resolução 15 de 2018 do Conselho Nacional de Políticas Energéticas, permitindo que empresas públicas do setor tenham acesso a maiores volumes de gás para a produção de fertilizantes nitrogenados.

Fávaro destacou a importância dos fertilizantes para a segurança nacional, conforme reconhecido pelo Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert). Além disso, o processo de licenciamento ambiental para biofertilizantes será simplificado e realizado diretamente pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, acelerando a aprovação desses produtos.

Atualmente, o Brasil é responsável por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes, ocupando a quarta posição mundial, atrás de China, Índia e Estados Unidos. No entanto, mais de 87% dos fertilizantes utilizados no país são importados, o que evidencia uma alta dependência externa.

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O novo Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), aprovado em novembro do ano passado visa aumentar a produção nacional para atender entre 45% e 50% da demanda interna até 2050, criando novas oportunidades de emprego e desenvolvimento no país.

Além de reduzir a dependência externa, o PNF também busca promover práticas sustentáveis e a utilização de insumos de origem biológica e agromineral, integrando a dimensão ambiental à produção de fertilizantes.

Fonte: Pensar Agro

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IBGE revisa safra e reforça posição entre os maiores produtores do país

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou em 261,1 mil toneladas a estimativa para a produção agrícola do Paraná em 2026, colocando o estado entre os três maiores ajustes positivos do país no mês de maio. Com a revisão, o Paraná mantém a posição de segundo maior produtor brasileiro de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondendo por 13,6% da safra nacional.

A nova projeção acompanha o cenário favorável da agricultura brasileira. Segundo o IBGE, o país deverá colher 350,4 milhões de toneladas de grãos em 2026, um dos maiores volumes da série histórica. Apenas Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tiveram acréscimos superiores ao registrado pelo Paraná na comparação com o levantamento anterior.

A soja segue como principal cultura do estado, com produção estimada em 22 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao obtido em 2025. Já o milho de segunda safra, principal aposta dos produtores nesta temporada, teve a projeção elevada para 17,5 milhões de toneladas e representa cerca de 16% da produção nacional da safrinha.

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Nas culturas de inverno, o Paraná continua liderando com folga a produção brasileira de cevada. A colheita está estimada em 552,6 mil toneladas, o equivalente a mais de 80% da produção nacional. A aveia também apresentou revisão positiva e deverá alcançar 256,5 mil toneladas, mantendo o estado entre os principais produtores do país.

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio paranaense, sustentado pela diversificação das culturas e pelo elevado nível tecnológico das propriedades. Ao lado do Rio Grande do Sul, o Paraná é um dos pilares da produção agrícola da Região Sul, que responde por mais de um quarto da safra brasileira de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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