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A Bahia já colheu 62% da safra de algodão

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A colheita de algodão na Bahia avança de forma consistente, com 62% da área total já colhida, o que representa cerca de 214 mil hectares. No Oeste do estado, onde a colheita teve início em 16 de maio, 210 mil hectares já foram colhidos dos 339 mil hectares cultivados. A Bahia se firma como o segundo maior produtor de algodão do país, com um total de 345 mil hectares destinados ao cultivo.

A safra 2023/2024 registrou um aumento significativo de 10,7% na área plantada em relação à temporada anterior, que contava com 312 mil hectares. A produtividade média na safra passada foi de 330 arrobas por hectare, resultando em uma produção de 635 mil toneladas de algodão em pluma. Para a atual safra, a expectativa é manter uma produtividade média de 312 arrobas por hectare.

O Brasil, que liderou a exportação global de algodão pela primeira vez na temporada 2023/24, está começando a escoar a produção da nova safra, à medida que a colheita ganha ritmo depois de um início mais lento. O Brasil exportou 12,3 milhões de fardos, os EUA embarcaram 11,6 milhões de fardos, segundo o USDA. No novo ano, o USDA projeta 13 milhões para os norte-americanos e 12,5 milhões de fardos para os brasileiros.

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De acordo com Luiz Carlos Bergamaschi, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a colheita está dentro do cronograma previsto, sem grandes obstáculos, e a qualidade do algodão colhido tem se mantido alta, reflexo das boas práticas agrícolas adotadas pelos produtores.

A colheita deve continuar até 19 de setembro. Após essa data, entre 20 de setembro e 20 de novembro, será implementado o Vazio Sanitário do Algodão, uma medida preventiva essencial para controlar pragas e doenças, assegurando a saúde das lavouras para as próximas safras. A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) destaca a importância dessa pausa para o sucesso do cultivo futuro.

Fonte: Pensar Agro

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Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

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O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

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O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

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