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MATO GROSSO

Rotam prende trio com 38 tabletes de maconha em Várzea Grande

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MATO GROSSO

Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam duas mulheres e um homem por associação para tráfico de drogas, na noite desta sexta-feira (09.08), em Várzea Grande. Com a quadrilha, foram apreendidos 38 tabletes de maconha e porções de outros entorpecentes.

Durante patrulhamento pelo bairro José Carlos Guimarães, a equipe de Rotam visualizou um veículo Ford KA branco em suspeita, ocupado por três pessoas. Na tentativa de abordagem, o condutor do carro fugiu em alta velocidade pelas ruas do bairro, sendo interceptado ao entrar em uma residência.

Na revista pessoal ao homem, os policiais encontraram porções de cocaína e comprimidos de drogas sintéticas. No porta-malas do carro, foram encontrados 20 tabletes de substância análoga a maconha.

Ao serem questionados sobre a procedência da droga, uma das suspeitas afirmou que era a dona da casa e que no local havia mais entorpecentes. Os criminosos também disseram que foram ao local para fugirem da abordagem e esconderem as drogas já apreendidas.

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Dentro da casa, a Rotam localizou mais 18 tabletes de maconha. Além disso, também foram apreendidos a quantia de R$ 121,00 em dinheiro e materiais utilizados para embalagem e tráfico de drogas.

Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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