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AGRONEGÓCIO

Plano Safra vai priorizar a produção de legumes, verduras, frutas, arroz e feijão

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O Plano Safra 2024/25, o governo federal deve lançar na próxima quarta-feira (03.07) vai priorizar a agricultura familiar e o pequeno agricultor. A informações é do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira. em entrevista durante o Global Agribusiness Forum (GAFF), realizado em São Paulo.

SAIBA MAIS:Como o Pensar Agro revelou ontem (LEIA AQUI), o Plano Safra 2024/25 será R$ 100 bilhões menor que o reivindicado pelo agronegócio: apenas R$ 475,5 bilhões. Deste montante, R$ 74,98 bilhões serão destinados à agricultura familiar, e R$ 400,6 bilhões para a agricultura empresarial.

Segundo Teixeira, o objetivo é fortalecer a produção de alimentos e promover a sustentabilidade no campo. Ele revelou que as principais medidas do plano, incluem a ampliação da produção de legumes, verduras, frutas, arroz e feijão. Há também um foco especial na melhoria da produção de leite, na agroindústria e no fortalecimento das cooperativas.

Uma das grandes novidades do plano, ainda segundo o ministro, é o subsídio nas taxas de juros, financiado com recursos do Tesouro Nacional. “Isso é dinheiro do Tesouro para fazer o subsídio”, afirmou Teixeira, enfatizando que essa medida tornará o crédito mais acessível, incentivando o aumento da produção de alimentos saudáveis, o que pode ajudar a reduzir os preços e melhorar a renda das famílias brasileiras.

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Outro ponto destacado pelo ministro é o incentivo à mecanização dos pequenos agricultores, que atualmente possuem baixos níveis de tecnificação em comparação com a agricultura empresarial. Para atender a essa demanda, haverá estímulo para que as indústrias brasileiras de máquinas agrícolas desenvolvam equipamentos menores e tecnologicamente adequados às necessidades dos pequenos produtores.

Além disso, o plano prevê uma transição significativa de uma agricultura baseada em insumos químicos para uma de base biológica, promovendo a agroecologia. Essa mudança visa a garantir uma produção mais sustentável e menos prejudicial ao meio ambiente, beneficiando tanto os produtores quanto os consumidores.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Exportações recordes de carnes movimentam mais de R$ 10 bilhões

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Santa Catarina alcançou o melhor resultado de sua história nas exportações de carnes nos cinco primeiros meses de 2026. Entre janeiro e maio, o estado embarcou 883,7 mil toneladas de proteínas animais, entre carne de frango, suína, bovina e outras aves, gerando receitas equivalentes a cerca de R$ 10,05 bilhões. O desempenho representa crescimento de 7,4% em volume e de 12,1% em faturamento em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando o estado como uma das principais potências exportadoras do agronegócio brasileiro.

Os números refletem a força de uma cadeia que faz de Santa Catarina uma referência nacional em proteína animal. Líder brasileiro nas exportações de carne suína e um dos principais fornecedores de carne de frango do país, o estado abastece mais de 150 mercados internacionais, incluindo destinos altamente exigentes como Japão, China, Coreia do Sul, União Europeia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. A combinação entre sanidade animal, rastreabilidade e elevada tecnificação das propriedades tem garantido competitividade ao setor e ampliado a presença catarinense no comércio global.

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A carne de frango foi responsável pela maior parcela das receitas. Nos cinco primeiros meses do ano, Santa Catarina exportou 543,1 mil toneladas, com faturamento equivalente a aproximadamente R$ 5,75 bilhões. O volume embarcado cresceu 9,4% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto as receitas avançaram 13,5%. O resultado representa o maior valor já registrado para o período desde o início da série histórica, em 1997.

A suinocultura também alcançou números inéditos. As exportações de carne suína somaram 308,4 mil toneladas, gerando receitas próximas de R$ 3,86 bilhões, avanço de 3% em volume e de 6,3% em faturamento na comparação anual. O desempenho reforça a liderança catarinense nas vendas externas do produto e confirma a crescente demanda internacional pela proteína produzida no estado.

Por trás dos resultados está um patrimônio sanitário construído ao longo de décadas. Santa Catarina foi o primeiro estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como área livre de febre aftosa sem vacinação, condição que abriu portas para mercados mais exigentes e de maior valor agregado. O estado também possui reconhecimento internacional como zona livre de peste suína clássica e apresenta alguns dos menores índices nacionais de doenças como brucelose e tuberculose bovina.

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Outro diferencial é a rastreabilidade animal. Santa Catarina foi pioneira no Brasil na identificação individual de bovinos e bubalinos, permitindo maior controle sanitário e mais transparência em toda a cadeia produtiva. Esse conjunto de fatores tem fortalecido a confiança dos importadores e ampliado a competitividade da produção catarinense.

Os resultados de 2026 reforçam a importância da proteína animal para a economia do estado e para o agronegócio nacional. Além de movimentar mais de R$ 10 bilhões em exportações em apenas cinco meses, a cadeia de carnes gera milhares de empregos, impulsiona cooperativas e agroindústrias e consolida Santa Catarina como uma das principais referências mundiais em produção de proteínas de origem animal.

Fonte: Pensar Agro

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