CUIABÁ
Secretaria Municipal de Saúde emite alerta sobre aumento de casos de Chikungunya em Cuiabá
CUIABÁ
A Secretaria Municipal de Saúde – SMS, por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde – CIEVS/CUIABÁ, emitiu um alerta à população devido ao aumento significativo de casos de Chikungunya na cidade. Segundo a última atualização do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde, até o dia 19 de junho, o Brasil registrou um total de 223.130 casos prováveis de Chikungunya em 2024, com 126 óbitos confirmados e 135 ainda em investigação.
No estado de Mato Grosso, foram notificados 14.346 casos prováveis, com 11 óbitos confirmados e 2 em investigação. Em Cuiabá, conforme o Informe Epidemiológico da Vigilância Epidemiológica, até a 24ª semana epidemiológica de 2024, foram registrados 277 casos prováveis de Chikungunya, dos quais 248 (89,5%) foram confirmados, resultando em 1 óbito.
Em comparação com 2023, quando Cuiabá registrou apenas 14 notificações de Chikungunya, com 13 casos confirmados, o aumento é alarmante. Nos primeiros seis meses de 2024, houve um acréscimo de 263 casos notificados e 235 casos confirmados em relação ao ano anterior, acompanhando a tendência de crescimento no estado de Mato Grosso e no Brasil.
Em 2023, casos de Chikungunya foram confirmados em 6 bairros de Cuiabá. Em 2024, até o momento, já foram confirmados casos em 90 bairros, com destaque para o bairro Alvorada, que apresenta o maior número de casos (11). O óbito registrado ocorreu no bairro São João Del Rey.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a necessidade de eliminar possíveis criadouros de mosquitos, como recipientes que acumulam água, e pede que a população adote medidas preventivas, como o uso de repelentes e telas de proteção em portas e janelas. A colaboração de todos é fundamental para combater a disseminação da Chikungunya e proteger a saúde da comunidade.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.
A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.
A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.
“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.
O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.
“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.
A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.
Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.
A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.
O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.
Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.
O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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