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Feagro-MT e SMEA firmam acordo para fortalecer o agronegócio brasileiro

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A Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT) e a Associação Mineira dos Engenheiros Agrônomos (SMEA) firmaram, nesta semana, um Acordo de Cooperação Técnica e Científica com o objetivo de fortalecer o debate de temas de interesse nacional, a troca de experiências profissionais e a promoção do desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro.

O Acordo de Cooperação tem como objetivo principal fortalecer os debates de interesse nacional relacionados à engenharia agronômica. Além disso, busca promover a troca de experiências profissionais na produção de alimentos, fibras, grãos, energia e processamento agroindustrial, com ênfase em sustentabilidade, responsabilidade socioambiental e segurança alimentar.

A assinatura do acordo, que contou ainda com a participação do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (CREA-MG), o Engenheiro Civil Marcos Gervásio, e do ex-presidente do CREA-MG, o Engenheiro Civil Lúcio Borges, representa um marco importante para as duas entidades, que se comprometem a trabalhar em conjunto para promover o avanço da profissão e do setor agropecuário.

Para o presidente da Feagro-MT, engenheiro Isan Rezende, este acordo representa um passo fundamental para o fortalecimento da profissão de engenheiro agrônomo e para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro. “Por meio da troca de experiências e do trabalho conjunto, poderemos contribuir para a produção de alimentos, fibras, grãos, energia e processamento agroindústrias de forma sustentável, com responsabilidade socioambiental e segurança alimentar”, comentou.

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A SMEA, presidida pelo Mestre Engenheiro Agrônomo, Emílio Mouchrek, que completa 90 anos de existência neste ano, no dia 4 de junho, tem sido uma entidade de destaque na defesa dos Engenheiros Agrônomos de Minas Gerais.

Com a assinatura deste acordo, espera-se que haja uma sinergia ainda maior entre as duas associações, possibilitando a realização de iniciativas conjuntas que beneficiem não apenas os engenheiros agrônomos, mas toda a sociedade, através de práticas sustentáveis e inovações no campo da agronomia.

Fonte: Pensar Agro

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IBGE revisa safra e reforça posição entre os maiores produtores do país

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou em 261,1 mil toneladas a estimativa para a produção agrícola do Paraná em 2026, colocando o estado entre os três maiores ajustes positivos do país no mês de maio. Com a revisão, o Paraná mantém a posição de segundo maior produtor brasileiro de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondendo por 13,6% da safra nacional.

A nova projeção acompanha o cenário favorável da agricultura brasileira. Segundo o IBGE, o país deverá colher 350,4 milhões de toneladas de grãos em 2026, um dos maiores volumes da série histórica. Apenas Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tiveram acréscimos superiores ao registrado pelo Paraná na comparação com o levantamento anterior.

A soja segue como principal cultura do estado, com produção estimada em 22 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao obtido em 2025. Já o milho de segunda safra, principal aposta dos produtores nesta temporada, teve a projeção elevada para 17,5 milhões de toneladas e representa cerca de 16% da produção nacional da safrinha.

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Nas culturas de inverno, o Paraná continua liderando com folga a produção brasileira de cevada. A colheita está estimada em 552,6 mil toneladas, o equivalente a mais de 80% da produção nacional. A aveia também apresentou revisão positiva e deverá alcançar 256,5 mil toneladas, mantendo o estado entre os principais produtores do país.

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio paranaense, sustentado pela diversificação das culturas e pelo elevado nível tecnológico das propriedades. Ao lado do Rio Grande do Sul, o Paraná é um dos pilares da produção agrícola da Região Sul, que responde por mais de um quarto da safra brasileira de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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