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MATO GROSSO

Três são presos pela PM por roubo em supermercado e porte ilegal de arma de fogo

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MATO GROSSO

Três homens foram presos por policiais militares da 19ª Companhia Independente, na noite desta sexta-feira (23.02), suspeitos por roubo e formação de quadrilha, no município de Querência. Com o trio, as equipes apreenderam um veículo Parati, um revólver calibre .38, um simulacro de pistola, 13 munições, duas balaclavas e R$ 550 em espécie.

Segundo o boletim de ocorrência, os policiais foram acionados por uma funcionária de um supermercado, após o estabelecimento ser invadido por dois suspeitos, mascarados e armados, que renderam os colaboradores e roubaram dinheiro do local.

Após a denúncia e diante das características dos suspeitos, os policiais militares intensificaram o policiamento na região e se depararam com com a dupla, que tentou fugir da abordagem, correndo em direção oposta. À PM, eles confirmaram o roubo e confessaram participação de um terceiro envolvido, que deu apoio na fuga, com um veículo Parati, branco. O homem estaria com dinheiro e as armas utilizadas no crime.

Imediatamente, os policiais se deslocaram até a residência do integrante da quadrilha, que foi preso em flagrante. Na casa, dentro de um freezer instalado na área, os militares encontraram um revólver calibre .38, um simulacro de pistola, 13 munições e R$ 550 em espécie.

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O trio e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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