CUIABÁ
Search
Close this search box.

CUIABÁ

Gabinete de intervenção do Estado deixou UPA Morada do Ouro sem sistema, provocando problemas nas senhas e confusão com pacientes

Publicado em

CUIABÁ

O secretário-adjunto de Atenção Primária, Oscarlino Alves, realizou uma visita técnica nesta terça-feira na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro para solucionar problemas identificados pela população por conta de falhas deixadas pelo gabinete de intervenção do Estado. 

A pedido do secretário de Saúde, Deiver Teixeira e do prefeito Emanuel Pinheiro, o secretário-adjunto detectou que a demora no atendimento ocorreu em razão da ausência de sistema na UPA. O gabinete de intervenção não pagou a empresa responsável, obrigando os servidores a realizarem o serviço de forma manual. 

“A Upa morada do ouro tem uma corriqueira demanda alta, onde alguns pacientes não conseguem entender a priorização da classificação de risco, eles se acabam se incomodando com  a demora no atendimento uma vez que a chamada está sendo feita de forma manual, sem que essas classificações estejam sendo divulgadas por painel eletrônico (monitor de tv), essa foi a causa do problema”, afirmou Oscarlino. 

Em vistoria no local, Oscarlino detectou que a escala estava completa, com três médicos clínicos plantonistas e um médico atendendo no box de emergência. O número segue rigorosamente a rotina da unidade de saúde. 

Leia Também:  Marcrean dos Santos Silva

“Nós já temos um diretor técnico da área, a coordenadora técnica da área e já demos posse a coordenadora da UPA Morada do ouro”, afirmou Oscarlino. “Mais uma vez, trata-se de um problema que herdamos da Intervenção e que estamos corrigindo”, completou.

 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Propaganda

CUIABÁ

Cuiabá cria cadastro de condenados por estupro e campanha permanente de combate ao abuso infantil

Publicados

em

Duas novas leis sancionadas em Cuiabá ampliam as medidas municipais de prevenção e enfrentamento à violência sexual. A legislação estabelece ações voltadas à proteção de mulheres, crianças e adolescentes e foram publicadas em 25 de agosto de 2026. Uma das leis cria um cadastro municipal de pessoas condenadas por estupro e por crimes praticados com violência doméstica e familiar contra a mulher. A outra institui, de forma permanente, a campanha “Rede de Proteção: Diga Não ao Abuso Infantil”, voltada à prevenção e ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

As iniciativas estabelecem ações em diferentes frentes da política pública. De um lado, o uso de informações para subsidiar medidas municipais de prevenção e proteção às mulheres. De outro, a atuação contínua das redes de educação, assistência social e demais setores na prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes.

Lei nº 7.631, de 25 de agosto de 2026

A Lei nº 7.631, de autoria da vereadora Dra. Mara, cria o Cadastro Municipal de Condenados por Crimes de Estupro e por Crimes Praticados com Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O registro reunirá informações de pessoas condenadas por sentença transitada em julgado, enquanto durar o cumprimento da pena.

O cadastro será sigiloso e terá acesso restrito aos órgãos municipais responsáveis pela formulação e execução de políticas públicas de proteção e prevenção à violência contra a mulher. A medida também estabelece que os dados não poderão ser utilizados para divulgação pública que permita a identificação das vítimas.

Leia Também:  Limpurb inicia 2ª fase da operação de iluminação pública na região Norte

Entre as informações previstas estão nome completo do condenado, número do processo judicial, vara de origem, natureza do crime, data da condenação, fotografia, quando disponível, situação processual e previsão para o término do cumprimento da pena.

A legislação determina ainda que a coleta, o armazenamento e o tratamento dos dados sigam a Lei Federal nº 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), além das demais normas relacionadas à privacidade e à dignidade da pessoa humana.

O cadastro terá caráter complementar às bases de dados mantidas pelos órgãos estaduais e federais. A implantação, a manutenção e a atualização ficarão sob responsabilidade do Poder Executivo Municipal, por meio do órgão responsável pelas políticas de defesa dos direitos da mulher, que poderá estabelecer convênios e parcerias com o Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e forças de segurança.

Lei nº 7.632, de 25 de agosto de 2026

A segunda norma, Lei nº 7.632, de autoria do vereador Ranalli, institui de forma permanente a campanha municipal “Rede de Proteção: Diga Não ao Abuso Infantil”. A iniciativa é voltada ao atendimento e apoio de crianças e adolescentes vítimas de abuso ou violência sexual, além da prevenção dessas ocorrências.

Leia Também:  Estudantes da rede pública municipal de Cuiabá vão ao teatro

Entre as diretrizes estão o estímulo ao atendimento humanizado, a preservação da dignidade, da intimidade e da integridade física e psicológica das vítimas e a distribuição de materiais informativos e educativos sobre prevenção de abusos e violências sexuais.

A campanha também prevê ações de informação e sensibilização da sociedade, com participação das redes de educação e assistência social. A lei estimula ainda a formação de um grupo intersetorial para implementar as estratégias e a realização de atividades ao longo de todo o mês de maio, especialmente na semana que inclui 18 de maio, data nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

A articulação entre órgãos públicos e organizações da sociedade civil também está prevista, por meio de convênios e parcerias destinados ao cumprimento das ações estabelecidas pela legislação.

Com as duas leis, o município passa a contar com instrumentos voltados tanto ao planejamento de políticas de prevenção e proteção quanto à mobilização permanente da rede de atendimento. As medidas reforçam a atuação integrada da administração pública na prevenção da violência sexual e na proteção de mulheres, crianças e adolescentes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA