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ALMT homenageia agrônomos e personalidades que se destacaram no Estado

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizou uma sessão especial na manhã desta segunda-feira (04.12), em comemoração aos 90 anos da regulamentação da profissão de agrônomo no Brasil. A iniciativa, proposta pelo deputado Valdir Barranco, também homenageou personalidades que têm desempenhado um papel fundamental no avanço e no desenvolvimento do Estado, reconhecendo e celebrando os méritos desses cidadãos que deixam um legado positivo na sociedade mato-grossense.

O presidente da Feagro (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso), Isan Rezende, que junto com Julio Campos, fez a entrega dos títulos aos homenageados, destacou a importância do evento. “É uma honra participar desta sessão especial e testemunhar o reconhecimento merecido a essas personalidades que têm contribuído de maneira notável para o desenvolvimento de nosso amado Estado”, disse Rezende.

Rezende destacou a importância da colaboração entre diferentes setores para o crescimento econômico e social do Estado, com ênfase na atuação dos agrônomos, num estado que é celeiro do Brasil e do mundo. “Essas homenagens não apenas destacam as realizações individuais, mas também ressaltam a importância de reconhecermos e valorizarmos o empenho e a dedicação de pessoas que fizeram e fazem a diferença em Mato Grosso. É fundamental celebrar não apenas os feitos do passado, mas também inspirar e apoiar os esforços contínuos em prol de um futuro ainda mais promissor para nossa terra e nossa comunidade”, frisou Isan Rezende.

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Assista aqui a sessão completa:

Fonte: Pensar Agro

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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