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Polícia Civil prende autor de homicídio de jovem grávida em Várzea Grande

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A Gerência Estadual de Polinter e Capturas prendeu na manhã desta segunda-feira (18.09) o autor de um homicídio ocorrido há sete anos em Várzea Grande.

João Gregório da Cruz, de 27 anos de idade, foi localizado no bairro São Mateus, em Várzea Grande, e encaminhado à sede da Polinter para a formalização do mandado de prisão expedido pela 2a Vara Criminal de Cuiabá.

Ele teve a prisão em caráter definitivo decretada após condenação a 10 anos e sete meses por homicídio qualificado. Ele foi investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa pelo crime praticado em 2016, no bairro de Vila Operária, em Várzea Grande.

A vítima, Gimarle de Campos, de 22 anos, estava grávida de sete meses e foi morta com perfurações de faca. As investigações apontaram João Gregório e outros dois adultos como autores do crime. O corpo de Gimarle foi encontrado seminu, na cama de sua residência.

Depois de formalizado o cumprimento da ordem de prisão, ele foi encaminhado a exame de corpo e delito e será apresentado em audiência de custódia.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação Tudo 2 mira facção criminosa que movimentou R$ 2,8 mi em MT e GO

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A Polícia Civil, o Ministério Público de Mato Grosso, a Polícia Militar, a Penal e o sistema socioeducativo, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Barra do Garças, deflagraram, na manhã desta quinta-feira (07.05), a terceira fase da Operação “Tudo 2”.

A ação tem como objetivo combater uma facção criminosa que movimentou cerca de R$ 2,8 milhões em atividades ilegais nos estados de Mato Grosso e Goiás.

Ao todo, foram expedidas 40 ordens judiciais, sendo 19 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão. As medidas são cumpridas simultaneamente em Barra do Garças, Primavera do Leste, Rondonópolis, Novo São Joaquim e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Aragarças, em Goiás.

Segundo as investigações, os valores têm origem no tráfico de drogas, na cobrança de taxas internas da organização e em outras atividades ilícitas, como golpes virtuais, apostas em plataformas online e jogos de azar. O dinheiro arrecadado era utilizado para financiar as ações do grupo criminoso.

As investigações tiveram início após a segunda fase da operação, realizada em 24 de abril de 2025. Na ocasião, foram identificados líderes e demais integrantes responsáveis por gerenciar as atividades ilícitas e ocultar os recursos obtidos ilegalmente.

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De acordo com o Gaeco, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e organização na arrecadação de valores. Durante as investigações, foi identificado que, em alguns casos, as movimentações financeiras eram realizadas por pessoas que recebiam benefícios sociais. Ao todo, os investigados movimentaram cerca de R$ 2,8 milhões em aproximadamente um ano.

A operação conta com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, através do 5º Comando Regional, da Polícia Judiciária Civil e Polícia Penal e da Polícia Militar de Goiás por meio do 47ª da PM de Aragarças-GO, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado na região.

O Gaeco é uma força-tarefa formada pelo Ministério Público de Mato Grosso, com a participação das polícias Civil, Militar e Penal, além do sistema socioeducativo.

O Ministério Público de Mato Grosso orienta que denúncias relacionadas à atuação de organizações criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos canais 127 (Ouvidoria do MPMT) e 197 (Polícia Judiciária Civil).

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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