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Projeto Nosso Judiciário beneficia 270 alunos da Escola Militar Tiradentes em Várzea Grande

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MATO GROSSO

Qual a função da Justiça? Ela é gratuita? Como podemos resolver um conflito? Essas e outras questões foram apresentadas para cerca de 270 alunos dos ensinos fundamental e médio da Escola Estadual Militar Tiradentes Tenente Coronel PM Louirson Rodrigues Benevides, em Várzea Grande, durante visita do projeto Nosso Judiciário, dias 23 e 29 de agosto.
 
Desenvolvido pelo Poder Judiciário mato-grossense com a proposta de aproximação da Justiça com a sociedade, a equipe do projeto levou informações sobre o funcionamento e estrutura da Corte estadual e entregou a cartilha ‘Amigo judiciário’ aos estudantes do 6º Ano do ensino fundamental. “A palestra foi muito produtiva e essencial para as crianças saberem o direito que elas podem ter quando crescer sendo um cidadão que tem seus deveres também. Eu também aprendi sobre o Fórum, coisas que eu não conhecia, a conciliação, por exemplo. Tem o conciliador; os defensores públicos, que são advogados que a gente não precisa pagar. Eu gostei e foi muito importante para mim”, avaliou o estudante do 6º Ano, Gabriel Lucas Nazário de Assunção Lira.
 
Já para os estudantes do ensino médio, o projeto distribuiu a cartilha “Como funcionam os Juizados Especiais”. Eles também aprenderam sobre Justiça Restaurativa, práticas de conciliação, crimes cibernéticos (cyberbulling) e direitos do consumidor.
 
Estéfany dos Santos, aluna do 2º Ano, conta que o tema sobre os crimes cibernéticos foi o que mais chamou sua atenção. “Muitas vezes fazemos algumas coisas sem sabermos que é crime. Às vezes uma brincadeira de gravar algum vídeo, de postar na internet e compartilhar, acredito que muitas pessoas não tinham esse conhecimento e agora com a palestra estaremos mais cientes dos nossos atos”, ressaltou.
 
Conforme o tenente-coronel da Polícia Militar, Francisco de Assis da Silva, coordenador Militar da Escola, o projeto da Justiça Estadual também traz para dentro da escola a pacificação social.
 
“Primeiramente agradecemos ao TJMT por trazer esse projeto para dentro da escola, inclusive também pretendemos levar os alunos até o tribunal. E isso é muito importante, principalmente nesse mundo que vivemos hoje. Esse projeto ajuda prevenir a violência na medida em que as crianças aprendem sobre seus direitos e também as consequências dos seus atos. É uma forma de mantermos na escola uma cultura de harmonia, união, paz e muito amor também, concluiu.
 
Eli Cristina Azevedo
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MP MT

Banco do CNMP reúne quatro projetos desenvolvidos pelo MPMT

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Quatro iniciativas desenvolvidas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) foram selecionadas para integrar o Banco de Boas Práticas da Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública (CSP), do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em 2026. Os projetos foram aprovados pelo Comitê de Avaliação da CSP e estão entre as 46 iniciativas escolhidas em todo o país para compor a plataforma nacional de reconhecimento e disseminação de experiências inovadoras do Ministério Público brasileiro. Ao todo, 82 iniciativas foram avaliadas e 46 foram aprovadas por atenderem aos requisitos de admissibilidade e aos critérios estabelecidos no Edital nº 002/2026/CSP. As propostas selecionadas são oriundas de oito unidades do Ministério Público brasileiro. Entre os projetos do MPMT reconhecidos está o GIPAEL – Olhar Atento, responsável pela implementação do painel Radar de Incidência Criminal. Desenvolvida em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), a iniciativa fortalece a transparência e a sistematização de informações sobre mortes decorrentes de intervenção policial, permitindo análises precisas e o monitoramento contínuo de indicadores relacionados à letalidade policial. Também foi selecionado o Núcleo de Apoio aos Acordos de Não Persecução Penal (ANPP), criado para dar suporte aos promotores de Justiça na realização de diligências e procedimentos necessários à formalização de acordos extrajudiciais na área criminal. A iniciativa contribui para o fortalecimento da autocomposição, agilizando procedimentos e ampliando a eficiência da atuação ministerial. Outra prática reconhecida foi o Núcleo de Defesa da Vida, que atua na inclusão efetiva de vítimas e familiares de vítimas de crimes dolosos contra a vida e de latrocínio no Sistema de Garantias. O projeto oferece acolhimento, atendimento jurídico e psicossocial, orientação e encaminhamento à rede de proteção, além de assegurar acesso à informação e participação nos procedimentos relacionados aos casos. Atualmente, a iniciativa conta com nove núcleos em funcionamento em diferentes comarcas do estado. Completa a lista o projeto “Por Elas e Por Nós: Diálogo Masculino pela Não Violência”, desenvolvido pelo Núcleo das Promotorias de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, por meio do Espaço Caliandra. A proposta promove palestras em empresas de Cuiabá com o objetivo de conscientizar trabalhadores sobre a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, utilizando o ambiente de trabalho como espaço estratégico para a transformação de comportamentos e a promoção de relações mais respeitosas e igualitárias. Instituído pelo CNMP, o Banco de Boas Práticas da CSP é um espaço destinado ao registro, reconhecimento e divulgação de iniciativas inovadoras e criativas desenvolvidas pelos Ministérios Públicos brasileiros nas áreas do sistema prisional, controle externo da atividade policial e segurança pública. Além de valorizar experiências bem-sucedidas, a ferramenta busca incentivar a inovação, promover o compartilhamento de conhecimentos e estimular a replicação de soluções institucionais em diferentes unidades ministeriais.A cerimônia de premiação está prevista para ocorrer em 13 de novembro, durante o Encontro Nacional do Ministério Público no Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública – Edição 2026.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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