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Gestão Emanuel Pinheiro investe cerca de R$ 6 milhões na transformação da malha viária do Tijucal

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Com 40 anos de fundação e uma pavimentação que ultrapassa a marca dos 30 anos de existência, o bairro Tijucal será beneficiado com uma completa transformação em sua malha viária. Nesta terça-feira (22), o prefeito Emanuel Pinheiro estabeleceu o início imediato do trabalho de recapeamento nas vias da comunidade.

A obra recebe um investimento de aproximadamente R$ 6 milhões, destinado a Cuiabá por meio de emenda parlamentar do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (Emanuelzinho). O projeto foi elaborado pela Secretaria Municipal de Obras Pública, que também coordenará a execução dos serviços em 37 ruas.

Ao todo, serão mais de 10 quilômetros de extensão alcançados e totalmente recuperados. Para isso, o projeto está dividido entre as etapas de recuperação do pavimento e implantação da sinalização viária. O prefeito Emanuel Pinheiro destacou que a obra representa toda transformação que tem sido feita nos bairros mais afastados da região central.

“Fomos eleitos para atender à população e é isso que estamos fazendo mais uma vez. Iniciamos o maior investimento em infraestrutura da história do Tijucal. É uma ação que mostra que nossa gestão atua dos bairros para o centro. Para nós, não há desenvolvimento, crescimento ou qualidade de vida sem justiça e inclusão social”, disse o prefeito Emanuel.

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O vice-prefeito e Secretário de Obras Pública, José Roberto Stopa, afirmou que a intervenção planejada para o bairro, além do desenvolvimento estrutural, cria um ambiente mais agradável e seguro aos pedestres e motoristas. Somado a isso, a valorização dos imóveis da região também é um importante benefício alcançado por meio desta ação.

“Essa obra traz consigo a garantia de uma renovação que ultrapassa as superfícies, impactando de maneira significativa o dia a dia dos cidadãos. A melhoria na qualidade das vias não somente tornará o tráfego mais seguro, mas também oferecerá uma sensação de conforto e modernidade aos moradores”, comentou o vice-prefeito Stopa.

A operação de recuperação da malha viária é uma sequência da melhoria na infraestrutura do Tijucal, iniciada pela Prefeitura de Cuiabá em 2022. Na época, o bairro foi atendido com a pavimentação das ruas 216 e 217, garantindo um avanço na qualidade de vida para centenas de moradores da localidade.

O presidente da Associação de Moradores do Tijucal, Jocimar Fortes, agradeceu o olhar cuidadoso com a comunidade. “Agradecemos a gestão Emanuel Pinheiro e ao deputado federal Emanuelzinho, pois sem a emenda destinada por ele essa obra não seria possível. Estamos recebendo um presente que dentro de 40 dias mudará as vias do bairro”, comemorou.

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Também participaram da solenidade os secretários municipais de Governo, Wilton Coelho, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável, Renivaldo Nascimento, de Habitação e Regularização Fundiária, Marcrean Santos, e de Ordem Pública, Leovaldo Sales, além do diretor-presidente da ARSEC, Vanderlúcio Rodrigues. A Câmara Municipal foi representada pelos vereadores Mário Nadaf, Luis Claudio e Marcus Brito Jr.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura recorre de decisão que suspendeu decreto sobre loteamentos em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá entrou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) com o objetivo de reverter a decisão liminar que suspendeu o decreto municipal que interrompeu temporariamente a análise e a aprovação de projetos de loteamentos com terrenos menores que 200 metros quadrados. O pedido foi protocolado nesta sexta-feira (10) e será analisado pelo Órgão Especial do tribunal.

A decisão que suspendeu o decreto foi tomada pela desembargadora Clarice Claudino da Silva, relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo diretório estadual do MDB. Em decisão preliminar, a magistrada entendeu que o município criou novas regras para os loteamentos por meio de um decreto, quando isso dependeria de aprovação por lei.

No recurso, a Procuradoria Geral do Município afirma que a decisão foi baseada em uma interpretação divergente do decreto e pede que a liminar seja revogada. Segundo a Prefeitura, o texto não criou novas exigências para empreendedores, mas apenas interrompeu temporariamente a análise de determinados projetos até a conclusão da revisão da legislação urbanística da capital.

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Na fundamentação do recurso, a Procuradoria sustenta que “o ato, todavia, nada indefere e nenhum requisito novo impõe: seu art. 1º limita-se a suspender temporariamente a análise, a emissão de diretrizes e a aprovação de determinados projetos de parcelamento. As medidas de 200 m² e de 10 m operam como simples critério de delimitação do universo de processos sobrestados, e não como parâmetro urbanístico exigível dos administrados”.

Outro ponto contestado pela Prefeitura é o entendimento de que não existiria base legal para a edição do decreto. Conforme a Procuradoria, a medida está amparada em uma lei municipal que autoriza a administração pública a adotar providências preventivas em situações que possam trazer riscos ao interesse público.

A Prefeitura também defende que o decreto tem caráter temporário e preventivo e não altera a legislação em vigor nem cria novas regras para os loteamentos. “Não se trata de regulamento autônomo, mas de providência acauteladora fundada no poder geral de polícia urbanística: ato geral, de caráter técnico e subordinado aos parâmetros fixados na legislação vigente. Cuida-se de exercício típico do poder de polícia administrativa, e não de inovação normativa primária, o que afasta qualquer cogitação de usurpação da função legislativa”, argumenta a Procuradoria.

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O município afirma ainda que a norma não teve efeito retroativo, pois atingiu apenas projetos que ainda aguardavam análise, sem modificar aprovações já concedidas. A Procuradoria também sustenta que manter a suspensão do decreto pode provocar prejuízos maiores, já que permitiria a aprovação de novos loteamentos enquanto a revisão do Plano Diretor ainda está em andamento, criando impactos urbanísticos que seriam difíceis de reverter.

Com o recurso, a Prefeitura pede que a desembargadora reveja a própria decisão ou, caso isso não ocorra, que o caso seja levado ao Órgão Especial do TJMT para decidir se o decreto volta a produzir efeitos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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