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Combate a organizações criminosas e boas práticas são debatidas por MPs

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MATO GROSSO

Estratégias de atuação e políticas públicas voltadas ao sistema prisional foram debatidas durante a segunda reunião ordinária do Grupo Nacional de Execução Penal (GNEP), que contou com a presença de 20 promotores de Justiça do Ministério Público brasileiro. A pauta do encontro incluiu temas como o combate à atuação das organizações criminosas nos presídios e a implementação de políticas públicas que proporcionem condições para a integração social do condenado, do egresso e do internado e para a integral atenção aos presos provisórios.

O promotor de Justiça Roberto Arroio Farinazzo Júnior, coordenador adjunto do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal do Ministério Público de Mato Grosso, integrou o grupo. “Deliberamos e criamos o regimento interno do GNEP e estudamos a elaboração de futuros enunciados que regulamentarão a atividade dos promotores de Justiça em todo o Brasil, no tocante à execução penal”.

Além da reunião, o grupo visitou a Penitenciária Feminina de Cariacica, onde conheceu algumas das boas práticas na unidade, considerada exemplo para o país no cumprimento da Lei de Execução Penal. “A unidade é bem humanizada, desenvolve projetos ligados à ressocialização e, consequentemente, ao enfraquecimento das organizações criminosas”, destacou Farinazzo.

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Durante a visita, os promotores de Justiça conheceram o projeto “Alojamento Materno Infantil”, que conta com espaço adequado para lactantes presas e seus bebês, além do espaço “Maternar e Brincar”, um ambiente com escorregadores, tapetes recreativos e diversos brinquedos destinados às crianças que visitam as mães custodiadas.

A programação contou ainda com visita à fábrica de calcados infantis instalada dentro da unidade prisional, onde trabalham cerca de 80 internas dos regimes fechado e provisório, à Escola de Ensino Fundamental e Médio Nelson Mandela, à biblioteca e ao serviço de saúde, também localizados dentro da unidade.

Também participaram dos debates a presidente do GNEP, procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Espírito Santo, Luciana Andrade, o procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), Mário Luiz Sarrubbo, os conselheiros do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) Ângelo Fabiano Farias da Costa e Jaime de Cassio Miranda, além do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. (Com assessoria do MPES)

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil apreende armas e mais de 130 munições durante operação em Canarana

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (28.4), a Operação Escudo Invisível, para apurar denúncias de crimes de posse ilegal de arma de fogo e possível crime ambiental no município de Canarana.

Na operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma propriedade rural, que resultou na apreensão de duas armas de fogo e mais de 130 munições e na prisão em flagrante do investigado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.

As investigações iniciaram no dia 7 de abril, após o recebimento de denúncia pelos policiais da Delegacia de Canarana sobre armas armazenadas em uma propriedade rural localizada a aproximadamente 25 quilômetros da zona urbana do município.

Com base nas informações apuradas, foi representado pelo mandado de busca e apreensão contra o investigado que foi deferido pela Justiça. No local, os policiais confirmaram a veracidade da denúncia, apreendendo uma carabina calibre 38 e uma espingarda calibre 22, além de 130 munições de diferentes calibres.

Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Canarana, onde após ser interrogado, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munições, sendo arbitrada fiança de três salários-mínimos.

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O investigado possui antecedente pelo mesmo tipo de crime registrado no ano de 2024, na cidade de Cocalinho.

Durante as investigações, a equipe da Polícia Civil também teve acesso a um vídeo em que o investigado aparece exibindo uma cobra da espécie sucuri pendurada em um equipamento agrícola, com o intuito de demonstrar seu tamanho.

A veracidade das imagens e eventual autoria na morte do animal serão apuradas no decorrer das investigações de inquérito policial para apurar crime ambiental contra a fauna.

Fonte: Governo MT – MT

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