POLÍCIA
Polícia Civil recupera 21 celulares em operação contra receptadores em Várzea Grande
POLÍCIA
A operação foi deflagrada com base em um trabalho de investigação da Derf de Várzea Grande que tem como foco identificar os receptadores de aparelhos celulares produto de roubos e furtos e que por adquirirem o produto de origem ilícita, acabam fomentando esse tipo de crime.
Roubos
Dentre os aparelhos recuperados na operação está um celular subtraído no dia 27 de junho, no bairro Jardim Petrópolis em Várzea Grande. Na ocasião, a vítima foi abordada por três homens armados, no portão da sua casa, que roubaram o seu smartphone, avaliado em R$ 2,5 mil.
Outro roubo de celular, ocorreu no dia 31 de maio, no bairro Jardim Ikaraí. A vítima chegava a sua residência, quando foi abordada por dois assaltantes, que subtraíram o seu veículo e demais pertences, dentre eles o seu aparelho celular, avaliado em R$ 1,9 mil.
Em outro caso, duas vítimas foram abordadas em via pública, no centro de Várzea Grande. Na ocasião, os dois suspeitos chegaram em uma motocicleta e exigiram que as vítimas entregassem os seus aparelhos celulares, avaliados em R$ 2 mil, cada.
Falsa comunicação de crime e falsidade ideológica
Ainda dentro dos trabalhos que desencadearam na operação, uma mulher, de 44 anos, foi indiciada pelos crimes de comunicação falsa de crime e falsidade ideológica. As investigações que resultaram no indiciamento da investigada iniciaram no dia 17 de abril, quando ela compareceu à Central de Flagrantes de Várzea Grande e registrou um boletim de ocorrência de roubo.
Nas informações passadas pela comunicante, foi relatado que no dia 16 de abril, ela estava em frente a sua residência com o celular na mão, quando dois homens em uma motocicleta, subtraíram o seu aparelho.
Com base nas informações, os policiais da Derf-VG realizaram diligências, conseguindo recuperar o telefone da vítima, porém sendo comprovado que os fatos noticiados no boletim de ocorrência eram falsos. Ao ser ouvida na Derf, a mulher confessou que comprou o aparelho parcelado em 11 vezes, e que seu filho havia deixado o celular cair na água, ocasião em que parou de funcionar
A mulher procurou o seguro do aparelho, sendo informada que só teria direito a outro telefone em caso de defeito ou roubo, momento em que decidiu fazer o boletim de ocorrência fraudulento, conseguindo receber outro celular.
A delegada titular da Derf-VG, Elaine Fernandes de Souza, alerta que o registro de boletim de ocorrência com informações fraudulentas, para acionamento de seguro, trata-se de crime de falsa comunicação de crime e falsidade ideológica (o último com pena de cinco anos de reclusão).
“Não bastando a falsa comunicação de crime e a falsidade ideológica, a investigada deu o antigo aparelho, que alegou que havia sido roubado, para o seu irmão, que por sua vez, trocou com o proprietário de uma empresa do ramo de assistência técnica. A pessoa que recebeu fez a manutenção do celular e passou a usar, correndo o risco de responder pelo crime de receptação”, disse a delegada.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Operação da Polícia Civil mira facção criminosa que atuava com tráfico e homicídios em Cáceres
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta segunda-feira (27.4), a Operação Codinomes, para cumprir 22 ordens judiciais contra membros de uma facção criminosa que atua na região de Cáceres cometendo crimes de tráfico de drogas e homicídios.
Estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, em Cuiabá, Cáceres, Mirassol D’Oeste, Várzea Grande e Primavera do Leste, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após manifestação célere e favorável do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres.
A investigação da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira iniciou em julho de 2025 e identificou cerca de 35 pessoas que estavam associadas em estrutura hierarquizada, com clara divisão de tarefas, com a finalidade de cometer tráfico de drogas e crimes violentos no município de Cáceres.
Durante a investigação, apurou-se que a facção criminosa possuía pelo menos 32 pontos de comercialização de drogas em Cáceres e as atividades eram gerenciadas por pessoas que estão reclusas no sistema penitenciária. Uma delas é uma mulher conhecida como “Princesa”, que foi alvo da “Operação Coroa Quebrada” e possuía a função de gerente regional.
No mesmo sentido, investigados reclusos no sistema penitenciário repassavam determinações aos integrantes da facção criminosa em liberdade para realizar o monitoramento de pessoas, em tese, vinculadas a uma facção rival.
O grupo mantinha um sistema rigoroso de vigilância territorial, onde membros enviavam vídeos e fotos dos bairros para monitorar a presença policial e de rivais.
Codinomes
O nome da operação, Codinomes, foi escolhido devido ao fato de que os alvos alteravam constantemente os apelidos com o objetivo de não serem identificados.
A execução da operação foi realizada de forma conjunta entre a Polícia Civil, a Polícia Penal, a Polícia Militar – por meio do Bope, da Rotam, da Força Tática, do Raio e do 6º Batalhão – e do Exército Brasileiro, com o Comando de Fronteira Jauru/66º BIMtz, o que representa o trabalho integrado realizado na região em combate às facções criminosas.
A operação contou com apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres (Primeira Delegacia de Polícia de Cáceres, Derf, DEDM, DEA, Delegacia de Mirassol D’Oeste e Delegacia de São José dos Quatro Marcos), da GCCO, Draco de Cuiabá e Derf de Primavera do Leste.
Ao todo, 64 policiais civis, 40 militares, 15 penais e 23 militares do Comando de Fronteira Jauru do Exército participam da execução da operação.
Operação Pharus
A Operação Codinomes integra a Operação Pharus, iniciativa que compõe o programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Renorcrim
A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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