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Dupla é presa pela PM com dois quilos de maconha e porções de cocaína

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Dois homens de 19 anos foram presos, na manhã desta terça-feira (04.07), por tráfico ilícito de drogas. Com os suspeitos foram apreendidos 2,2 quilos de substâncias análogas à maconha, 21 trouxinas de pasta base de cocaína, 62 gramas de cocaína e três aparelhos celulares. A prisão foi realizada por policiais militares da 3ª Companhia Independente de Nova Xavantina (658 km de Cuiabá).

Por volta das 10 horas, durante patrulhamento de rotina pela Avenida Formosa, os militares identificaram um homem, ao lado de uma residência já conhecida por diversas denúncias de comercialização de entorpecentes, em atitude suspeita.

Há algumas semanas, esse mesmo homem já havia sido detido por tráfico de drogas nesta casa. Ao perceber aproximação das equipes, o suspeito dispensou uma sacola ao chão contendo 21 trouxinhas de pasta base de cocaína e saiu correndo.

Durante acompanhamento do suspeito, ele foi visto entrando em uma casa, na Rua Canarana, tendo sido detido em seguida. O suspeito tentou reagir à prisão, mas foi contido.

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Na casa, os policiais encontraram um segundo suspeito, que estava escondido em um dos quartos. No local, as equipes encontraram uma mala com diversas porções e pouco mais de dois quilos de maconha.

Questionados, um dos suspeitos afirmou que trouxe a droga do município de Barra do Garças para ser comercializada na região.

A dupla e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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