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Comarca de Chapada dos Guimarães promove formação de facilitadores de círculos de paz

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MATO GROSSO

 Com a proposta de disseminar a cultura da paz no município de Chapada dos Guimarães, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), em parceria com o Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, promoveu um curso de formação de facilitadores de círculos de construção de paz.
 
Participaram 22 pessoas de diferentes setores da sociedade, no curso que foi realizado entre os dias 5 e 7 de junho, no Fórum de Chapada dos Guimarães.
 
Construção de valores, objeto de palavra, construção de diretrizes, contação de histórias foram alguns dos temas e conceitos trabalhados com o grupo.
 
“A expectativa que tínhamos antes do início do círculo foi atendida de forma brilhante. Com certeza saí do evento com o emocional renovado e com um ótimo nível de aprendizado. Tenho a absoluta certeza que saí transformado, principalmente por ter aprendido a ouvir, falar no momento certo e o mais importante praticar o exercício da paciência”, disse o professor Ernesto Oliveira Borba.
 
A vereadora e professora da rede pública municipal, Rosa Lisboa, afirmou que levará consigo para o resto da minha vida todo o aprendizado que teve no curso de formação. “O nome já diz tudo, círculo da paz. Foram vinte horas de muita aprendizagem. Pude aprender a ouvir, esperar a minha vez, ter mais empatia com as pessoas, principalmente aquelas que convivo todos os dias. As facilitadoras usaram de uma didática e um domínio maravilhoso”, elogiou.
 
“Esse curso foi para mim uma oportunidade mágica de aprender uma prática que ajuda a comunidade a se conectar de forma positiva e respeitosa. Estou muito animada com o advento da Semana Restaurativa nas Escolas, onde poderemos aplicar com os alunos o que aprendemos no curso, especialmente em tempos de crescimento da violência escolar no nosso país e no mundo. Já me vejo também utilizando esses ensinamentos com os mesários e colaboradores na preparação das Eleições Municipais no ano que vem”, afirmou a servidora do Cartório Eleitoral de Chapada dos Guimarães Helma Martins da Cunha Bazán.
 
Ao exemplo do que disse a servidora eleitoral, agora os facilitadores estão aptos a desenvolverem os círculos de paz nos locais onde trabalham, com diferentes públicos-alvo.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: foto horizontal colorida dos participantes do curso de formação. Eles estão no auditório do fórum, alguns agachados em frente à roda de objetos do curso e outros estão em pé. Todos olham para a câmera, há homens e mulheres e uma criança.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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