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Gefron apreende 48 tabletes de cocaína e causa prejuízo de R$ 864 mil às facções criminosas

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MATO GROSSO

O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 48 tabletes de pasta base de cocaína em Porto Esperidião (320 km de Cuiabá), na noite desta sexta-feira (7.11). A droga, avaliada em R$ 864 mil, era transportada por três homens na fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

Os policiais estavam em patrulhamento pela área rural de Porto Esperidião por volta das 20h, quando avistaram os homens caminhando por uma estrada, perto de uma cerca, com sacos nos ombros. Ao receberem ordem de parada da equipe, os suspeitos abandonaram os sacos e fugiram pela mata.

Os militares adentraram a mata e localizaram os sacos com 48 tabletes da droga. Diante dos fatos, o entorpecente foi apreendido e encaminhado a Delegacia Especializada de Fronteira (Defron), em Cáceres, para as devidas providências.

As buscas seguem para capturar os suspeitos.

A ação integra a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras e Tolerância Zero.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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