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Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição está 40% executado

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MATO GROSSO

A construção do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad) já está 40% executada. O projeto é edificado em Cuiabá pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), que investe o total de aproximadamente R$ 60 milhões na nova estrutura.

Ligada à Assistência Farmacêutica, a unidade especializada contará com espaço moderno e amplo para o armazenamento de medicamentos e compostos a serem distribuídos aos 141 municípios de Mato Grosso. O Centro Logístico deve ser concluído no primeiro semestre de 2024.

“O Celad é uma das construções mais representativas para a Saúde do Estado, porque vai proporcionar um ambiente adequado e moderno para o armazenamento de componentes. A estrutura da unidade é grande e atenderá a todas as necessidades primárias da SES”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Além de atender a SES-MT, o local também poderá auxiliar em demandas logísticas de diversas Secretarias do Governo do Estado.

“A obra avança em um ritmo bom e estamos otimistas. A previsão é de que, no início do próximo ano, já tenhamos essa estrutura à disposição dos serviços de Saúde. Essa unidade foi totalmente pensada para atender as demandas da Assistência Farmacêutica do Estado”, explicou a secretária adjunta de Infraestrutura de Tecnologia de Informação da SES, Mayara Galvão.

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O empreendimento terá o total de 20.492,30 m². No momento, estão em andamento os serviços de regularização de base e terraplanagem interna, piso industrial, muro de vedação, alvenaria e reboco, drenagem, cobertura e estruturas metálicas.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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