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Membros do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência foram reeleitos e irão atuar até 2026

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VÁRZEA GRANDE

O presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Diney Ribeiro Campos, e a vice Giani Ribeiro de Morais foram reeleitos e estarão no comando do órgão até o ano de 2026. O Conselho Municipal atua em defesa das pessoas com deficiência, acompanha e avalia o desenvolvimento da política municipal para inclusão da pessoa com deficiência e das políticas setoriais de educação, saúde, trabalho, assistência social, transporte, lazer e política urbana dirigidos a esse grupo social.

A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, destacou a importância do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e da importância que o órgão tem no sistema democrático, assegurando a igualdade de direito.

Conforme a gestora, o município tem avançado em políticas públicas voltadas a este público, porém reconhece que muito ainda tem de ser feito. “Devemos unir esforços para promover mais avanços e responsabilidades compartilhadas entre todos os poderes e pela sociedade civil”, asseverou.

Ana Cristina assegurou ainda que a gestão do Kalil Baracat tem ampliado a participação de representantes de setores da sociedade organizada para agilizar soluções e políticas públicas.

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O presidente da Associação Várzea-grandense da Pessoa com Deficiência, Diney Ribeiro Campos, disse que vai dar continuidade ao trabalho que já vem sendo feito desde 2019, quando assumiu o Conselho, sendo reeleito para o novo pleito que será concluído em 2026.

O presidente disse ainda que o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência atuará em conjunto com os demais conselhos, e ampliando parceria com as secretarias municipais. “O nosso compromisso é atender de forma satisfatória as demandas e as necessidades das pessoas com deficiência, e fiscalizar para que seus direitos sejam assegurados”.

A vice-presidente Giane Ribeiro de Morais disse que uma das expectativas do Conselho é a criação de uma coordenadoria da Pessoa com Deficiência. “Essa pasta iria dar mais celeridade às demandas da saúde, educação, mobilidade urbana entre outras, diminuindo o trânsito do usuário, que muitas vezes busca por respostas em várias unidades. São muitos os desafios, mas estamos dispostos a facilitar e melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência e que são residentes em Várzea Grande”, completou.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Livro sobre a história do bairro Cristo Rei é relançado em biblioteca municipal de Várzea Grande

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A comunidade do Grande Cristo Rei prestigiou, no último dia 20, o relançamento do livro “O Lendário Capão de Negro – A História do Bairro Cristo Rei”, de autoria do professor e ex-secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Odenil Seba. O evento, que integra o calendário comemorativo dos 159 anos de Várzea Grande, foi realizado na Biblioteca Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, no bairro Cristo Rei.

Lançado originalmente em maio de 2024, o livro é resultado de 30 anos de pesquisa sobre o Capão de Negro, área histórica e remanescente de quilombo urbano localizada no bairro Cristo Rei. A região remonta aos séculos XVIII e XIX, período em que escravizados fugitivos buscavam refúgio no grande capão de mata existente no local. Com o passar dos anos e a expansão urbana do município, a área passou por profundas transformações.

Ao longo das três décadas de pesquisa, o professor, historiador, músico e artista plástico Odenil Seba buscou não apenas resgatar a história do bairro, mas também preservar a memória das pessoas que viveram no Cristo Rei.

“Iniciei esse trabalho buscando informações sobre os negros escravizados que no Capão de Negro se refugiaram, fugindo da opressão dos seus senhores. Posteriormente, procurei resgatar histórias individuais de pessoas simples, lavradores que chegaram ao Capão de Negro nas décadas de 1930 e 1940”, declarou o autor.

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Segundo Odenil Seba, a obra também aborda a relação entre a presença religiosa dos padres salesianos no seminário construído por Dom Orlando Chaves, no Capão de Negro, e os reflexos dessa atuação junto à população local.

“Por fim, analiso as angústias, os sofrimentos e os novos rumos que a população do Capão de Negro passou a enfrentar após a intervenção do poder público com o loteamento, formando assim o atual bairro Cristo Rei e regiões adjacentes”, explicou.

Para a superintendente de Cultura da SMECEL, Everlucy Arruda, o relançamento da obra representa um importante reconhecimento da memória e da identidade cultural do município.

“Este momento representa muito mais que o relançamento de um livro. É a valorização da educação, da cultura e do conhecimento como ferramentas de transformação social. A parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e os autores locais fortalece exatamente isso: incentivar nossos escritores, preservar nossas raízes e aproximar a comunidade da leitura”, afirmou.

Ela destacou ainda a importância da realização do evento na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira.

“Realizar este evento na biblioteca torna tudo ainda mais especial, pois este espaço simboliza o acesso ao saber e à construção cultural do nosso município. Parabenizo o professor Odenil Seba por essa importante contribuição à literatura e à cultura regional. Que este livro alcance muitas pessoas e inspire novas gerações a conhecerem e valorizarem nossa história”, concluiu.

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Além de apresentações especiais do Coral Vesper, da Escola Estadual José Leite, o evento contou com a participação de moradores e lideranças locais, entre eles o padre Felisberto, a professora Ilza Santana Costa, filha de Dona Binoca, Maria Rosa de Carvalho e suas filhas, Estanislau Bispo, viúvo de Dona Áurea Brás, e seu filho Uilson Brás, a professora Tacília Soares, do movimento negro de Várzea Grande, Eliseu da Silva Xunxum, Manoel dos Santos, conhecido como “seo Manezinho”, além das freiras missionárias do Bom Jesus, irmã Luceny e irmã Queiróz, que atuaram no Capão de Negro nas décadas de 1960 e 1970, entre outras personalidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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