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Inscrições para programas de estágio e residência do MP terminam dia 29

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As inscrições para os processos seletivos de Estagiários e do Programa de Residência do Ministério Público de Mato Grosso terminam às 23h59min (horário de Brasília) do dia 29/05/2023. São oferecidas 109 vagas para estagiários, em diversas áreas, e 308 vagas para residentes em Direito, além de formação de cadastro de reserva para ambos. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pela internet. 

Inscreva-se aqui para processo seletivo online de estagiários

Inscreva-se aqui para processo seletivo de residentes

Estágio – As vagas são para estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva em cursos de ensino superior de graduação em Direito, Pedagogia, Biblioteconomia, Cinema / Rádio e TV, Tecnologia da Informação, Serviço Social, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Arquitetura e Urbanismo, Biologia, Engenharia Florestal, Engenharia Sanitarista e Jornalismo. O processo seletivo será realizado exclusivamente na modalidade online. O ambiente virtual da prova estará disponível para o candidato no dia 30 de maio, a partir das 9h (horário de Brasília), até o dia 01/06, até às 17h.

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A bolsa, denominada Auxílio Temporário, tem valor mensal de R$ 1.300,00, acrescida de auxílio-transporte no valor de R$ 200,00, bem como seguro contra acidentes pessoais. 

Residência – As vagas são para bacharéis em Direito que estejam cursando pós-graduação, em nível de especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado, ou que tenham concluído curso de graduação há menos de cinco anos. A jornada de atividades do residente será de 30 horas semanais e seis horas diárias. A bolsa mensal para residentes é de R$ 1.800,00, acrescido de auxílio-transporte no valor de R$ 200,00, bem como seguro contra acidentes pessoais. 

Os residentes ainda serão beneficiados com um curso de pós graduação, oferecido de forma gratuita. 

Para mais informações, acesse os editais: estagiário e residente.  

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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