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Alunos de Escola de Várzea Grande conhecem direitos de acesso à Justiça com projeto Nosso Judiciário

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Mais de 120 alunos do ensino fundamental e médio da Escola Estadual Maria Leite Marcoski, localizada no bairro Jardim Marajoara, em Várzea Grande, receberam o projeto Nosso Judiciário, nesta quarta-feira (10), que tem como objetivo aproximar o Poder Judiciário da sociedade, mostrando a importância da Justiça e como ela funciona, auxiliando as pessoas a resolver os mais variados problemas enfrentados no cotidiano.
 
Durante a visita à escola, os alunos receberam uma cartilha ilustrada e ouviram uma palestra que explicou como ter acesso ao Poder Judiciário, desde a primeira instância até os Tribunais Superiores, passando pelos serviços de mediação e de conciliação, oferecidos nos Juizados Especiais. Foi reforçada a mensagem de que a Justiça não deve ser feita com as próprias mãos, mas sim seguindo o que diz a lei. Os estudantes aprenderam ainda que pessoas em condição de vulnerabilidade social podem contar com advogados pagos pelo Estado, que são os defensores públicos.
 
O estudante Ygor Cardoso de Souza Miranda, 16, aluno do 1º ano do Ensino Médio, disse que as informações foram novas para ele. “Foi algo novo pra mim saber que mesmo com os problemas do convívio do dia a adia , a gente pode ter um apoio da Justiça, ainda mais gratuitamente. Descobri que a gente não está sozinho, que tem sempre uma ajuda da Justiça. Com o que aprendi hoje, com certeza se eu ver alguém da minha família que tem essa necessidade, eu vou passar pra ele”, disse.
 
Thalya Marcela França de Almeida Miranda, 16, aluna do 1º ano do Ensino Médio, comentou que a palestra proporcionou conhecimento sobre os direitos dos cidadãos. “Muitas pessoas não sabem dos seus direitos, não sabem que podem conseguir advogado até mesmo pelo Estado e tem pessoas que necessitam. Achei interessante ele falar para não fazer justiça com as próprias mãos porque isso pode ser prejudicial para muitas pessoas”, comentou.
 
De acordo com a diretora da Escola Estadual Maria Leite Marcoski, Edileuza Mazaro, a palestra oferecida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) foi de “grande valia” por proporcionar aos alunos uma nova visão do que é o Poder Judiciário. “A visão que eles têm de justiça é só de punição. E com essa palestra eles puderam verificar que eles têm direitos também, que existem formas de se defender e que serão punidos se fizerem algo de errado. Então foram muitas coisas que eles aprenderam nesse momento”.
 
A profissional da Educação enfatizou também a relevância do projeto no atual cenário de aumento da violência no ambiente escolar. “Eu achei bom pra eles tratarem melhor uns aos outros porque esse pós-pandemia trouxe um aumento de violência e nós vamos estar reforçando que eles podem resolver os problemas com conversa. Acredito que vamos poder utilizar bastante esse aprendizado dentro da sala de aula”, avaliou.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Dezenas de alunos com uniforme azul da escola estão sentados, enquanto ouvem a palestra proferida pelo servidor do TJMT. Eles estão no refeitório da escola. 
 
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Único autor de feminicídio ocorrido em MT que estava foragido é preso no Estado da Bahia

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O único autor de feminicídio ocorrido em Mato Grosso que encontrava-se foragido, foi preso na tarde desta sexta-feira (12.6), na cidade de Feira de Santana, no Estado da Bahia. O crime ocorreu no ano de 2025 no município de Sinop.

O foragido, de 33 anos, estava com o mandado de prisão preventiva decretado pelo juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Sinop.

O suspeito foi preso no bairro Acácia, no município de Feira de Santana, durante ação da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, da Polícia Civil do Estado da Bahia.

A prisão é resultado do trabalho integrado entre a Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, da Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Sinop, e com apoio do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero Contra a Mulher.

O feminicídio

Adriana Costa da Silva, de 33 anos, foi assassinada na manhã do dia 22 de maio de 2025, em sua residência no bairro Jardim Ipiranga, município de Sinop.

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A vítima foi morta depois de ser atingida por objeto contundente (golpes de pauladas). Adriana foi encontrada caída na sala da casa e com sinais de espancamento na cabeça.

Após o crime o autor fugiu.

Fonte: Governo MT – MT

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