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MATO GROSSO

Corregedoria Participativa promove diálogo com a sociedade em Nova Mutum

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MATO GROSSO

O programa Corregedoria Participativa esteve em Nova Mutum nos dias 19 e 20 de abril, com o objetivo de reforçar a importância da integração da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) com a sociedade e unidades judiciárias, além de promover os trabalhos correcionais.
 
A comitiva, liderada pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, se reuniu com a juíza diretora do Foro, Luciana de Souza Cavar Moretti, outros magistrados e servidores da Comarca, no auditório do Fórum de Nova Mutum.
 
“O objetivo da Corregedoria Participativa é dialogar com todos os segmentos que integram ou utilizam o sistema Judiciário Estadual, buscando aprimorar a prestação de serviços jurisdicionais e aproximar ainda mais a Justiça da sociedade. A iniciativa visa colher sugestões para contribuir com o crescimento do município e auxiliar firmemente naquilo que for possível, reconhecendo que o Judiciário sozinho não consegue resolver todos os problemas”, definiu o corregedor.
 
Durante a solenidade de abertura, o juiz auxiliar da CGJ, Emerson Luís Pereira Cajango, ministrou a palestra “Administração da atividade judiciária”, sobre gestão de gabinete e da secretaria. Os servidores também tiveram a oportunidade de apresentar suas opiniões sobre o atual funcionamento do sistema judiciário, nem como sugestões para o aprimoramento do trabalho.
 
A comitiva realizou diversas visitas institucionais. A primeira, ocorreu na tarde de quarta-feira (19), no Paço Municipal. O corregedor-geral de Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva e a juíza auxiliar da CGJ, Christiane Costa Marques Neves, visitaram o prefeito de Nova Mutum, Leandro Felix Pereira. O chefe do gabinete da prefeitura, Edinaldo Nogueira, participou da reunião na qual foi apresentado o cenário atual do município. Eles mostraram que a região é segura, com índice de criminalidade baixo, os projetos de administração nas áreas de Habitação, Assistência Social, Educação, Saúde, além de Desenvolvimento Econômico do município que tem 35 anos de emancipação.
 
Outra agenda do programa ocorreu no 26º Batalhão de Polícia Militar. A comitiva foi recebida pelo Ten Cel PM Sandro Barbosa da Silva que relatou como os trabalhos de segurança e sociais da corporação estão funcionando.
 
A juíza auxiliar da CGJ, Christiane Costa Marques Neves, que acompanha as visitas institucionais do corregedor por onde a comitiva passa, conheceu a Casa Abrigo Lar dos Girassóis. A primeira-dama e secretaria de Assistência Social, Aline Félix foi a anfitriã, juntamente com a coordenadora de Proteção Básica, Belenite Fozza e a coordenadora da Casa, Glória Menezes.
 
O corregedor-geral também se reuniu com o presidente da 25ª Subseção da OAB, Jonas Henrique Meldola da Silva e os advogados Roberta Baraldi, Thiago Borba, Maitê Pizzato. Com os promotores Henrique de Carvalho Pugliesi e Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes de Oliveira. Finalizando a agenda em bate-papos com os defensores públicos, Carolina Renée Pizzini Weitkiewic e João Vicente Nunes Leal.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: fotografia colorida. Corregedori fala em pé ao microfone. Ele está ladeado por outros magistrados. Segunda imagem: fotografia colorida mostrando uma comissão de advogados e o desembargador. Eles estão em frente ao prédio da OAB. Terceira imagem: fotografia colorida. Servidores e magistrados estão em frente ao fórum de Nova Mutum.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MP MT

MPMT garante acolhimento de adolescente e apura abandono intelectual

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A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste (a 231 km de Cuiabá) garantiu o cumprimento de medida de acolhimento institucional de um adolescente em situação de evasão escolar, nesta quarta-feira (16). O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) agiu com o objetivo de assegurar o direito fundamental à educação e a proteção integral do adolescente, conforme decisão judicial proferida no âmbito de medida de proteção.O caso teve início após o encaminhamento ao MPMT de informações sobre a ausência de frequência escolar do adolescente. Durante a apuração, diversos órgãos da rede de proteção realizaram tentativas de acompanhamento da família, mas as medidas não obtiveram êxito. Relatórios apontaram que o adolescente acumulava elevado número de faltas escolares e que a responsável não colaborava com as ações de acompanhamento promovidas pelos órgãos competentes.Diante da situação, a Justiça determinou o acolhimento institucional do adolescente, além da expedição de mandado de busca e apreensão para viabilizar o cumprimento da medida protetiva. A decisão considerou que os direitos da criança e do adolescente estavam em situação de risco e que o acolhimento era necessário para garantir proteção e acesso a direitos fundamentais.Durante o cumprimento da ordem judicial, que contou com a participação de integrantes da rede de proteção, agentes da Infância e Juventude, Conselho Tutelar e apoio da Polícia Militar, o adolescente não foi localizado. No entanto, foram identificadas outras duas crianças da família que também estavam fora da escola.Em nova diligência realizada pelo Ministério Público, a responsável pela família foi questionada sobre o paradeiro dos filhos, mas se recusou a fornecer informações. Diante dos fatos constatados e da situação envolvendo a ausência de matrícula e frequência escolar dos três filhos, ela foi conduzida à autoridade policial para as providências cabíveis relacionadas à apuração de abandono intelectual.

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Foto: Reprodução YouTube.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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