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Operação Parabellum cumpre 24 prisões e buscas contra organização criminosa no sul do estado 

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Alto Taquari, deflagrou na manhã desta sexta-feira (17.03) a Operação Parabellum com o cumprimento de 24 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, contra investigados por tráfico e associação para o tráfico cometidos por uma facção criminosa que atua na região. 

Ao todo estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão temporária e 10 busca e apreensão domiciliar contra alvos no município de Alto Taquari.

As diligências iniciaram no final do ano passado para apurar crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, e culminou na identificação de suspeitos, alguns presos em unidades do Sistema Penitenciário, e outros integrantes que circulavam livremente na região cometendo diversos crimes.

Conforme a investigação da Delegacia de Alto Taquari, o grupo era bem estruturado e ordenado, com divisão de tarefas entre seus integrantes, e responsável por grande parte das ocorrências praticadas no município. 

Durante monitoramento da associação, a Polícia Civil conseguiu mapear o funcionamento, com a identificação dos membros e as respectivas funções. As principais características dentro do grupo eram hierarquia, organização pré-definida com disciplina e gerências, fluxo financeiro com pagamento de mensalidades, taxa sob o tráfico de droga, extorsão de empresários, entre outros.

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Diante das indícios e provas, o delegado Artur Almeida representou pelos mandados judiciais, expedidos pelo juízo da Vara Única da Comarca de Alto Taquari e com parecer favorável do Ministério Público Estadual.

A operação “Parabellum” contou com a participação de 40 policiais civis das Delegacias de Pedra Preta, Guiratinga, Alto Garças, Alto Araguaia e 1ª Delegacia e DEDM de Rondonópolis.

 

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

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A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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