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Mato Grosso é o estado que mais age no combate ao desmatamento, aponta MapBiomas

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O Monitor de Fiscalização do MapBiomas aponta Mato Grosso em primeiro lugar no ranking dos estados brasileiros com maior atuação direta nos alertas de desmatamento desde 2019, agindo em 45,5% do desmate ilegal com alguma ação, seja com multas, embargos ou fiscalização em campo. A média nacional é de 20,2% dos alertas atendidos. 

A plataforma reúne dados estaduais e federais de combate ao desmatamento ilegal, com base nos dados públicos disponibilizados pelos órgãos ambientais de todo o país.

Conforme a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, as ações de fiscalização remota – por imagens de satélite de alta resolução – e em campo, aumentaram nos últimos anos. 

Além de atender os alertas dentro do mesmo ano, a Secretaria também agiu para responsabilizar infratores que desmataram em anos anteriores, graças à estratégia de trabalho desenvolvida pela Gerência de Planejamento de Fiscalização e Combate ao Desmatamento (GPFCD).

“Ao detectar qualquer mudança de vegetação por meio dos alertas estaduais, a Sema envia e-mails e faz ligações para os proprietários de áreas cadastradas, avisando que identificamos o desmate. Hoje o desmatamento ilegal é visto rapidamente, que em alguns casos envia equipes em campo para frear o desmate ainda no início”, explica o secretário Executivo da Sema-MT, Alex Marega, sobre o atendimento dos alertas.

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Como reflexo da ação rápida, o Estado aumentou a responsabilização dos crimes ambientais. Entre 2008 e 2018, foram R$ 2,5 bilhões de multas aplicadas por desmatamento e incêndios. Nos últimos quatro anos, entre 2019 e 2022, aplicamos R$ 5,2 bilhões. “Então nesse período praticamente dobramos o volume de autuações que fizemos nos últimos dez anos”, destaca. 

Outra ação que merece destaque é o embargo remoto das áreas não cadastradas. “Mesmo que o infrator não seja identificado, a área em que ocorreu o ilícito é embargada e segue em monitoramento constante afim de responsabilizar o proprietário quando este for identificado, sendo mais uma ferramenta importante no combate ao desmatamento ilegal”, destaca a gerente da GPFCD, Graziele Gusmão. 

O indíce que garante a Mato Grosso o primeiro lugar aumentou em comparação com o lançamento do monitor, de 41% em maio de 2022 para 45,5%. 

Em segundo lugar está Minas Gerais (35,6%), Amazonas (31,3%), Pará (30,2%). Outros estados que também informaram dados de fiscalização são: Acre, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Pará, Rondônia e São Paulo. 

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Monitor de Fiscalização

O Monitor da Fiscalização do Desmatamento é uma iniciativa do MapBiomas que recolhe e organiza informações sobre autorizações de desmatamento, autuações e embargos emitidos pelos órgãos ambientais federais e estaduais. O objetivo da análise é monitorar o quanto do desmatamento verificado e publicado pelo MapBiomas Alerta, foi autorizado ou teve ações de fiscalização pelo poder público.

Operação Amazônia

O governo de Mato Grosso lançou na semana passada a Operação Amazônia contra crimes ambientais, com 200 servidores em campo e equipes de monitoramento remoto para promover a responsabilização de infratores. Em caso de desmatamento ilegal, é feito o embargo da área, aplicado multa e apreendido o maquinário.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Governo de MT e Rumo inauguram 1º trecho da Ferrovia Estadual: “Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer”, afirma governador

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O Governo de Mato Grosso e a Rumo inauguraram, neste sábado (20.6), o primeiro trecho da 1ª Ferrovia Estadual de Mato Grosso. São 162 quilômetros de extensão, ligando Rondonópolis ao novo terminal ferroviário instalado na BR-070, em Dom Aquino, com investimento de R$ 5 bilhões nesta primeira etapa.

Considerada a maior ferrovia em execução no Brasil, o projeto terá 740 quilômetros de extensão quando concluído, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses e com ramal previsto para Cuiabá.

Durante a entrega, o governador Otaviano Pivetta destacou o papel do Governo de Mato Grosso na criação das condições para o desenvolvimento econômico do Estado.

“Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer. Enquanto a Rumo construiu 162 quilômetros de ferrovia, nós vamos concluir mais de 7 mil quilômetros de asfalto novo nas rodovias estaduais até o final do ano. Investimos R$ 28 bilhões em infraestrutura para melhorar a vida do nosso povo”, afirmou.

Ele também ressaltou os avanços fiscais e institucionais do Estado nos últimos anos.

“Recebemos um Estado considerado insolvente e hoje Mato Grosso tem nota triplo A há três anos. Saímos das últimas posições na educação e hoje estamos entre os melhores do país. Quando o governo faz o dever de casa, o desenvolvimento acontece”, completou.

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O presidente da Rumo, Pedro Palma, destacou a construção conjunta do projeto.

“A visão de futuro é importante, mas ela não basta. É preciso conhecimento, parceria e coragem para transformar projetos em realidade. O modelo criado por Mato Grosso foi fundamental para que esse investimento saísse do papel e chegasse até aqui”, destacou.

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância da ferrovia para a competitividade da produção brasileira.

“Essa ferrovia liga Mato Grosso ao Porto de Santos, reduzindo custos logísticos e aumentando a competitividade da produção brasileira. A ferrovia melhora o transporte, ajuda o meio ambiente, reduz custos e impulsiona o desenvolvimento econômico do país”, disse.

O presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, ressaltou o impacto da integração logística.

“É uma parceria que mostra o que o Brasil é capaz de fazer quando iniciativa privada e poder público trabalham juntos. Esse projeto conecta a produção de Mato Grosso ao Porto de Santos e ao mundo. É a verdadeira ferrovia do grão, que também traz fertilizantes, exporta algodão e movimenta a indústria do etanol. Essa entrega representa muito mais do que novos trilhos, gera empregos e cria condições para que as pessoas construam aqui as suas vidas”, pontuou.

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O ministro dos Transportes, George Santoro, parabenizou os envolvidos. “Essa obra representa um avanço importante para a logística do país e para o setor produtivo”, disse.


Terminal Ferroviário

As obras tiveram início em novembro de 2022 e mobilizaram mais de 65 empresas contratadas e cerca de 5 mil trabalhadores. Somente na construção do terminal, foram gerados mais de 800 empregos diretos e indiretos.

Para o prefeito de Dom Aquino, Carlim Amarelo, a chegada da ferrovia representa uma transformação regional.

“Estamos diante de uma obra que fortalece Mato Grosso e muda a história da nossa região. Dom Aquino passa a integrar uma importante rota logística nacional, ampliando oportunidades para produtores, empresas e para toda a população”, afirmou.

A cerimônia contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais, entre elas senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos da região, empresários, representantes do setor produtivo e outras lideranças.

Fonte: Governo MT – MT

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