O medo mata
Disseminação do medo
BRASIL
Era uma vez… num lindo reino, logo ao amanhecer a notícia chegou, a morte tinha passado no reinado vizinho matando toda a dinastia, crianças, velhos, jovens, pessoas boas, sem nenhuma compaixão, exterminando quase toda população. A cada conto um ponto. Assim a notícia corria como fogo na pólvora. O Clero incomodado. O Povo em pânico. Não demorou muito, aglomeraram na frente do palácio. A multidão clamava por socorro e ajuda. Sem querer querendo, o Monarca foi convocado a negociar com a morte. Mas… mas… as escassez financeira comprometia o desempenho e o sucesso da missão. Imediatamente a população iniciou a doar joias, pedras preciosas, ouro, moedas de prata, encheram baús, em pouco tempo aflorou uma fortuna incalculável. E lá foi o Rei, o salvador da pátria, a galopes ao encontro da morte, com as carruagens abarrotadas de riqueza. A ansiedade perambulava nas ruas do reino e nos corredores do palácio. Afinal, a sorte tinha sido lançada. O futuro de todos estava em jogo. No entardecer do segundo dia de caminhada, o Rei encontra a morte… apesar de toda a sua habilidade e diplomacia, não conseguiu impedir a passagem da morte no seu reino, mas conseguiu negociar quem deveria morrer. Imediatamente repassou uma relação de nome dos seus inimigos, e, entregou toda fortuna para a morte, que lá mesmo a consumiu. Com muita prudência, o Rei retornava ao seu reino uma légua atrás da morte, com olhares atentos absorvia as lições de desgraças e tristezas deixadas nas sombras da morte em cada vilarejo. Chegando na fronteira do seu reinado, o Rei já deparou com um alvoroço, multidão em prantos, clamando aos deuses e a todos os santos. Assim que os seus súditos o avistaram, correram ao seu encontro para levar as mensagens, entre elas, que os seus Filhos, a Rainha, os seus Pais, e, os seus Amigos mais próximos morreram. Indignado com a morte por não cumprir com o combinado, o Rei correu atrás dela. Assim que a alcançou já foi questionando, nós fizemos um acordo e você não cumpriu, você matou muitos que não estavam na lista. A morte sem dar muita atenção, pois estava muito ocupada, murmurou com os dentes travados: Rei, eu cumpri o acordo, essas pessoas que está falando, realmente não estavam na lista, mas quando cheguei lá já estavam mortas.
O medo mata.
Mata País, sonhos, projetos, oportunidades, relacionamentos…
Muitos sabem disso e a utilizam por ideologia, ou fanatismo, ou religiosidade, ou ignorância ou por maldade mesmo.
Entre muitas, recentemente deparei com os alardes apocalípticos disseminados nas redes sociais a respeito do Decreto n° 11.407, publicado em 31 de janeiro de 2023 (que instituiu o Sistema de Participação Social para estruturar, coordenar e articular as relações do Governo Federal com os diferentes segmentos da sociedade civil na aplicação das políticas públicas), utilizando-o para arquitetar a tese do confisco das propriedades rurais, da censura, com mirabolantes conselhos e sugestões à classe produtora fazer pressão junto aos Deputados Federais e Senadores, enquanto há tempo, caso contrário, perderia tudo, a liberdade, a propriedade, como ocorreu na Venezuela, e ai por diante.
A propriedade e a liberdade são garantias tatuadas na constituição federal. Não existe nenhum projeto de emenda constitucional (PEC) em trâmite no Congresso Nacional ameaçando esses direitos.
O citado decreto, visa regulamentar (somente) a participação da sociedade civil nos debates das diretrizes das politicas públicas, na audiência pública, reunião aberta, ouvidorias públicas e plebiscito. Um dos pilares da democracia.
A fábrica do medo visa produzir abalos, tensão, taquicardia, nervosismo, irritabilidade, insegurança no mercado. Deve ser remediada com doses de esclarecimentos, em pronto atendimento, para neutralizar os seus efeitos colaterais, a exemplo, baixa de preço das áreas produtivas, falta de investimentos na produção agropecuária e recuo na expansão da agroindústria.
As instituições de classes e de profissionais do agronegócio estão atentos e vigilantes a essas armadilhas.
Assim que a disseminação do medo bater na porteira, combata com os últimos índices do agronegócio brasileiro, o maior exportador mundial de soja (91 milhões de toneladas) e de carne bovina (2,5 milhões de toneladas), e, o terceiro maior produtor de milho e feijão (105 milhões e 2,9 milhões de toneladas), dados 2021/CEPEA.
Abra a caixa de ferramenta e apresenta o valor da conta, o total exportado em 2021, na ordem de US$ 120,59 bilhões, alta de 19,7% em relação ao ano anterior, conforme os dados divulgados pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Não fica nenhum pouco acanhado ou intimidado, o agronegócio brasileiro é a força que move o País, que alimenta o nosso Povo e o mundo, que gera paz e segurança alimentar.
O nosso País é um continente, rico em um Povo vocacionado a produção de alimentos, respeitado e admirado por produzir com sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, preservando mais de 65% do nosso território nacional.
Xô plantonistas do medo.
Isan Oliveira de Rezende
Produtor Rural, Advogado, Engenheiro Agrônomo, Presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (FEAGRO MT), Presidente do Instituto do Agronegócio, Coordenador da Agricultura Familiar e Agronegócio na Associação de Bancos (ASBAN), membro da Câmara Especializada de Agronomia no CREA/MT e membro da Comissão do Agronegócio na OAB/MT.
Fonte: Artigo
BRASIL
Novas regras de segurança do Pix entram em vigor e reforçam proteção contra fraudes
O sistema de pagamentos instantâneos Pix passou a operar com novas regras de segurança que ampliam a proteção dos usuários e fortalecem os mecanismos de prevenção a fraudes. As medidas, que já estão em vigor, foram definidas pelo Banco Central do Brasil e passam a ser adotadas por todas as instituições financeiras participantes do sistema.
O objetivo central é reduzir golpes, especialmente aqueles praticados por meio de engenharia social, sequestro relâmpago, roubo de celulares e uso indevido de contas de terceiros. Com isso, o Pix ganha camadas adicionais de controle sem comprometer a rapidez das transferências — uma das principais características do meio de pagamento.
O que muda na prática
Entre as principais novidades estão procedimentos mais rigorosos de autenticação, análise reforçada de transações consideradas atípicas e maior responsabilidade das instituições financeiras na identificação de operações suspeitas. Bancos e fintechs passam a monitorar padrões de uso, histórico do cliente e características do dispositivo antes de autorizar determinadas transferências.
Outra mudança relevante é o aprimoramento dos limites e horários de operação, que podem variar conforme o perfil do usuário e o canal utilizado (aplicativo, internet banking ou atendimento). Em situações de risco elevado, a instituição poderá postergar a conclusão da transação para realizar verificações adicionais.
Combate a contas de fachada
As novas regras também intensificam o combate às chamadas “contas laranja”. Instituições agora têm mais obrigações de checagem cadastral e de bloqueio preventivo quando identificam indícios de uso indevido, dificultando a circulação de recursos provenientes de crimes.
Impacto para o usuário
Para a maioria dos clientes, o Pix continua funcionando normalmente no dia a dia. As mudanças tendem a ser percebidas apenas em situações específicas, como valores elevados, mudança brusca de comportamento ou tentativas de transferência a partir de dispositivos não reconhecidos. Nesses casos, o usuário pode ser solicitado a confirmar a operação ou aguardar um prazo maior para a liberação.
Segurança como prioridade
Desde o lançamento, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento do país. Com a atualização das regras, o Banco Central reforça a estratégia de equilibrar conveniência e segurança, garantindo que o sistema permaneça rápido, confiável e cada vez mais resistente a fraudes.
A orientação às pessoas é manter cadastro atualizado, ativar recursos de segurança nos aplicativos bancários e desconfiar de solicitações de transferência recebidas por telefone ou redes sociais — práticas que continuam sendo fundamentais para evitar golpes, mesmo com as novas camadas de proteção do Pix.
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