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“As redes sociais trazem consequências para a saúde mental na juventude, é preciso ter cuidado”, alerta psicóloga

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MATO GROSSO

As redes sociais são uma potência e podem impactar na saúde mental de jovens e adolescentes de maneira significativa, pois traz padrões de vida irreais e todos os tipos de discursos. O alerta foi dado pela psicóloga Helen Santana no 16º episódio do Conecta Jovem, podcast do Governo de Mato Grosso, que abordou o tema “Transtorno de Personalidade na Juventude”.

“As redes sociais têm trazido consequências no desenvolvimento da personalidade. Cuidado com as expectativas criadas por elas. Ninguém vai postar um momento ruim. É um padrão irreal, seja dos corpos e do modo de ser, seja do modo de vestir”, destacou a psicóloga.

Helen lembrou que não se pode prender ao mundo virtual, pois ele é uma expressão do mundo real, mas não é a totalidade. “Usamos a internet por um período relevante no trabalho ou por diversão. Mas aquilo que vemos ali é um dos espaços onde ficamos. Nossas possibilidades são muito maiores. É aí que entra o papel da família e dos educadores: na observação das complexidades do ser humano, cuidando para o jovem não se prender nesse mundo virtual”.

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Segundo ela, a observação do comportamento no decorrer dos anos, não só quanto à questão das redes sociais, é primordial.  Helen alertou que é muito importante que os jovens e adolescentes se conheçam, que saibam do que gostam, de quais projetos e desejos têm para o decorrer da vida.

“Se a energia está diminuindo, se está muito fora do que o jovem ou adolescente está acostumado, isso é um sinal de alerta. A gente tem que ter um parâmetro, tem que observar o quanto isso interfere em nossa vida. Ficar triste faz parte, sentir dor também faz parte, porém se isso durar muito tempo, se ficar muito intenso, é preciso olhar para esse momento com cuidado e quais as consequências para o dia a dia”, frisou Helen.

No episódio do podcast dessa semana, que já está no ar, a psicóloga ainda falou sobre as mudanças vividas na juventude, como lidar com momentos de transição, do acolhimento familiar nesses momentos e sobre a importância do acompanhamento de um profissional da área de Saúde Mental nos momentos em que o jovem se sente paralisado. 

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Confira o 16º episódio completo no YouTube ou Spotify.

Fonte: GOV MT

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Sema promove primeira oficina do AdaptaCidades para fortalecer o planejamento climático dos municípios

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou, nesta terça-feira (30.6), a primeira Oficina para Estruturação da Governança da iniciativa AdaptaCidades em Mato Grosso. Promovido por meio da Coordenadoria de Mudanças Climáticas e REDD+, o encontro reuniu representantes de municípios mato-grossenses escolhidos para participar da iniciativa, que busca auxiliar na elaboração dos planos municipais de adaptação à mudança do clima.

Durante a abertura do evento, foram entregues certificados simbólicos aos representantes de oito municípios que aderiram à iniciativa, sendo eles Cuiabá, ⁠Várzea Grande, ⁠Sinop, ⁠Cárceres, ⁠Tangará da Serra, ⁠Vila Rica, ⁠Juina e ⁠Lucas do Rio Verde. Os certificados oficializam o compromisso das prefeituras com o desenvolvimento das capacidades técnicas da governança local em combater os impactos das mudanças climáticas.

A secretária-adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos da Sema, Lílian Ferreira dos Santos, destacou que a iniciativa fortalece o planejamento dos municípios para enfrentar eventos climáticos extremos e reduzir seus impactos sobre a população.

“Esse evento é importante para nós discutirmos a adaptação das cidades às mudanças climáticas, principalmente pensando em focos de escassez hídrica, risco de erosão e questão de queimadas. Nós trouxemos os municípios hoje para discutir, junto com o Ministério do Meio Ambiente, essa adaptação das cidades. Em Mato Grosso, dez municípios foram escolhidos como prioritários e oito deles já assinaram a carta de intenção. Inclusive, entregamos hoje esse certificado, que demonstra o interesse dos municípios em trabalhar de forma integrada com os órgãos estaduais e federais”, afirmou.

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A secretária-adjunta ressaltou que, além das ações voltadas à redução das mudanças climáticas, é fundamental preparar os municípios para responder aos seus efeitos.

“É importante que os municípios estejam preparados para casos como grandes enchentes ou grandes secas, eventos que podem afetar a população e impactar diretamente na qualidade de vida e na segurança das pessoas”, concluiu.

A oficina teve como principal objetivo orientar tecnicamente os municípios na estruturação da governança necessária para a elaboração dos planos municipais de adaptação à mudança do clima. Ao longo da programação, os participantes receberam orientações sobre a organização institucional do processo de planejamento e a articulação entre secretarias, conselhos e demais órgão locais.

O AdaptaCidades integra o Programa Cidades Verdes Resilientes, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério das Cidades (MCid). A iniciativa busca fortalecer as políticas públicas de adaptação e resiliência climática, promovendo a integração e a articulação entre governos, ampliando a capacidade técnica dos gestores públicos e apoiando a elaboração de planos locais para enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas.

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*Com a supervisão da jornalista Clênia Goretth

Fonte: Governo MT – MT

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