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PGJ apresenta balanço sobre ações e investimentos realizados

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O procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira, apresentou nesta quinta-feira (15), durante o XXIII Encontro Estadual do Ministério Público um balanço das ações realizadas pela atual gestão nos últimos quatro anos. Para assegurar um Ministério Público cada vez mais moderno, humano, resolutivo e sustentável, foram realizados investimentos em tecnologia, conhecimento e inovações.

O vídeo apresentado durante o evento destacou o trabalho realizado para a construção dos objetivos estratégicos referentes aos anos de 2020 a 2023. O planejamento participativo proporcionou a obtenção de resultados socialmente relevantes nas áreas da infância e juventude, meio ambiente, cidadania, criminal e patrimônio público.

Mais de 200 projetos inscritos no Banco de Projetos (Bapre) por entidades foram viabilizadas com recursos oriundos de Termos de Ajustamento de Conduta. O balanço demonstra ainda a construção e inauguração de novas sedes em Nova Mutum, Juína, Lucas do Rio Verde e Nobres.

Também foram concluídas e entregues as novas sedes das Promotorias de Primavera do Leste e Rondonópolis. Além das obras de ampliação em Barra do Garças e o anexo em Cáceres, que já estavam em andamento.

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Existem ainda outras quatro obras em andamento para a construção de novas sedes de Promotorias em Várzea Grande, Alta Floresta, Cáceres e Jaciara, além do anexo na Procuradoria-Geral de Justiça. Todas as obras com entrega prevista para o próximo ano.

Inteligência – Quatro unidades regionais do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) foram criadas e implantadas. A implantação do Gaeco Ambiental também viabilizou uma atuação mais efetiva no enfrentamento aos crimes ambientais no Estado.

O Núcleo de Ações de Competência Originária (NACO) recebeu nova estrutura, contando com um Grupo Operacional Permanente integrado com a Polícia Civil. As investigações de crimes praticados por agentes públicos foram intensificadas. Os 17 Centros de Apoio Operacional foram estruturados e organizados para auxiliar procuradores e promotores de Justiça com informações técnicas e jurídicas.

Assista ao vídeo na íntegra

Fonte: MP MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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