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SUÍNOS/CEPEA: Competividade de carne suína diminui

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Cepea, 1º/12/2022 – Enquanto os preços médios da carne suína registraram alta de outubro para novembro, os da proteína bovina apresentaram pequena elevação, e os do frango, queda. Diante disso, a competitividade da carne suína caiu em relação às duas concorrentes – destaca-se que, com o preço médio da proteína suína se distanciando do de frango e se aproximando da cotação da carne bovina, ocorre a perda de competitividade da carne suína. Agentes consultados pelo Cepea indicam aquecimento na demanda pela carne suína por parte dos atacadistas, cenário que elevou as cotações da proteína em novembro. Quanto à carne bovina, os preços operam na casa dos R$ 19/kg desde o encerramento de outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos demandantes já tem começado a montar estoques para as festas do final de ano, cenário que sustenta os valores dessa carne. Já no caso da carne de frango, o crescimento da oferta, sobretudo de filé e de peito, resultou em queda nos preços em novembro – muitos agentes se viram forçados a adotar a estratégia de reajustar negativamente os valores, visando elevar a liquidez e evitar o aumento de estoques. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

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O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.

O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.

A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.

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Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.

Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.

Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.

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A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.

Fonte: Pensar Agro

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