MATO GROSSO
TJ apoia campanha ‘Cidade Limpa’ do TRE-MT
MATO GROSSO
A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis/MT) promoveu nessa terça-feira (22 de novembro) uma importante discussão acerca do racismo estrutural existente no país, assim como formas de promover o enfrentamento e buscar maneiras de assegurar condições de igualdade. A abertura do webinário “Racismo estrutural, enfrentamento e ações afirmativas” foi feita pela vice-diretora-geral da Esmagis, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, e contou com a coordenação da juíza Renata do Carmo Evaristo Parreira, que integra um grupo nacional de magistrados e magistradas negros(as) no país.
Na sequência, a doutora em Sociologia Silviane Ramos Lopes promoveu uma forte reflexão a respeito do “Enfretamento ao racismo e as outras formas correlatas de discriminação étnico”. Quilombola e presidente do coletivo Herdeiras do Quariterê, Silviane observou que os negros não tiveram o direito de conhecer a sua própria história e ancestralidade. Para combater o racismo, assinala que é importante que continue existindo uma política de reparação histórica, como o acesso às universidades e aos seletivos de trabalho.
A terceira palestrante foi a juíza do Trabalho Claudirene Andrade Ribeiro (TRT 23ª Região), magistrada negra que promoveu reflexões sobre gênero, raça, desigualdades regionais e evolução da inserção da mulher negra no mercado de trabalho. Traçando um interessante paralelo de vida entre a própria mãe – Corina – e a escritora Carolina de Jesus, a magistrada levantou algumas questões para discussão, como o medo que muitas vezes impede o negro de alçar um lugar melhor. “Muitos vezes ele tem medo e prefere ficar no mesmo lugar. Ele diz ‘isso não é para mim’. Então, é preciso romper essa barreira cultural e acreditar em você mesmo”. Fonte: Tribunal de Justiça de MT
MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros retira anel de plástico preso ao dedo de bebê
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta quinta-feira (16.7), a retirada de um anel de plástico que ficou preso ao dedo de um bebê de dois anos, em Confresa (a 1.024 km de Cuiabá).
A equipe do 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) foi acionada por volta das 10h35, após os responsáveis levarem a criança até a unidade. O anel estava preso ao dedo da mão esquerda e causava compressão, inchaço, alteração na coloração da pele e comprometimento da circulação sanguínea, sem que os familiares conseguissem removê-lo.
Para retirar o objeto, os bombeiros empregaram técnica apropriada e utilizaram um alicate de corte, realizando o procedimento com segurança e sem causar ferimentos, o que permitiu o restabelecimento da circulação no dedo.
Após o atendimento, a criança apresentava circulação normal no dedo afetado, permanecia consciente, estável e sem outras lesões aparentes. Em seguida, ela foi entregue aos responsáveis, que receberam orientações da equipe e foram aconselhados a buscar avaliação médica para acompanhamento.
Fonte: Governo MT – MT
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