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Mais três alvos de operação que investigou organização de tráfico de drogas são presos pela Polícia Civil

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Três alvos da Operação Remanere 2, da Polícia Civil em Guarantã do Norte, que investiga a atuação de um grupo envolvido com o tráfico de drogas, foram presos nesta quinta-feira (10.11), na terceira fase da investigação.

As prisões são um desdobramento da investigação que apura a formação da organização criminosa e o tráfico de drogas

Um homem e duas mulheres, apontados como lojistas do tráfico, foram presos em Guarantã do Norte. Os três pertencem ao grupo criminoso estruturado para o comércio de entorpecentes no município.

O delegado de Guarantã do Norte, Lucas Lelis, explica que esta é a terceira fase das investigações, que se estendem desde o começo do ano e dois policiais da equipe se empenharam para o cumprimento dos manados, fazendo pesquisas em campos que possibilitaram a localização dos alvos.

Os inquéritos que investigaram a atuação da organização criminosa deram origem às Operações Leyenda e Remanere. “Ao todo, foram expedidos 31 mandados de prisão, sendo que, atualmente, 27 pessoas estão presas”, destacou o delegado.

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O grupo era liderado por marido e mulher, moradores de Rondonópolis, que foram presos na deflagração da primeira fase da operação. Todos os investigados também foram indiciados pela prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas mediante processo de intimidação difusa.

Atuação da organização

Conforme explica o delegado Lucas Lelis, que concluiu a investigação, foi identificado que o líder da facção dava suas ordens diretamente de Rondonópolis, enquanto sua esposa oferecia a base financeira da organização, pois toda a movimentação de valores, decorrentes do comércio de entorpecentes, era realizada nas contas em nome da suspeita.

Em Guarantã do Norte, havia um gerente do tráfico de drogas, braço direito do líder, que agia mediante sua autorização. Abaixo do gerente, três assistentes o auxiliavam no tráfico de drogas na cidade.

Vinte e cinco pessoas foram identificadas como “lojistas”, isto é, donos de ponto de comercialização de entorpecentes. Eles eram responsáveis pelas vendas ao usuário e o recolhimento dos valores destinados aos líderes da organização. Entre os “lojistas”, seis criminosos ocupavam a função de “disciplinas”, executando as ordens de “salves” e “decretos” (tortura e morte de membros indisciplinados), mediante autorização do líder. Em alguns casos foi formado um “tribunal do crime”.

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Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre 19 mandados contra detentos que tiveram novas prisões decretadas pela Justiça

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, entre os dias 8 e 12 de junho, a primeira fase da Operação Incarceratus de 2026, que resultou no cumprimento de 19 mandados de prisão preventiva contra investigados por diversos crimes. A ação reforça o trabalho de repressão qualificada e combate à atuação de criminosos no Estado.

A operação, realizada com base em levantamentos realizados pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) ocorreu dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) e da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, resultando no cumprimento de mandados de prisão contra criminosos que já se encontram no sistema prisional.

Entre os alvos estão criminosos, que embora já sentenciados, possuem novas ordens de prisão decretadas por crimes graves como homicídio, infanticídio, roubo, associação criminosa, estupro de vulnerável, tráfico de drogas e estelionato.

A estratégia impede que detentos prestes a receber liberdade condicional ou progressão de regime retornem às ruas caso possuam pendências judiciais em outros processos. A delegada titular da Polinter, Sílvia Pauluzi de Siqueira, ressaltou que o levantamento minucioso das equipes permitiu identificar as ordens judiciais em aberto.

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“Os policiais civis dedicaram por semanas com foco na identificação dos mandados contra criminosos que praticaram os mais variados delitos e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões decretadas”, explicou a delegada.

Inteligência e Colaboração

O trabalho de investigação foi realizado em parceria com as Diretorias de Inteligência, Metropolitana e do Interior, reforçando a importância da atribuição estadual da Polinter no cumprimento dessas ordens judiciais, que visam o fortalecimento da segurança pública.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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