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Autor de feminicídio praticado em Confresa tem prisão cumprida no estado do Pará

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O autor de um feminicídio praticado há 11 anos em Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) foi preso no estado do Pará, na quarta-feira (09.11), após investigação da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Confresa.

A prisão faz parte da Operação “Amón”, deflagrada para cumprimentos de mandados judiciais expedidos contra autores de crimes, e contou com apoio da Superintendência Regional da 13º RISP, da Polícia Civil do Pará.

O foragido de 42 anos estava com a prisão preventiva decretada pela 3ª Vara da Comarca de Porto Alegre do Norte pelo por homicídio qualificado. Ele foi localizado no município de Redenção, no Pará.

Ele era procurado pelo feminicídio cometido no dia 11 de setembro de 2011, em Confresa. A vítima, Elisvania Lucindo Ferreira, foi morta com um disparo de arma de fogo. O homem não aceitava o fim do relacionamento com a ex-esposa.

Durante diligências, os policiais civis identificaram o seu paradeiro, e em ação conjunta do NI da Delegacia Regional de Confresa e do Núcleo de Apoio à Investigação da Delegacia de Redenção, foi realizada a prisão em cumprimento ao mandado judicial.

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O nome da operação é de origem grega e quer dizer oculto ou escondido.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre 19 mandados contra detentos que tiveram novas prisões decretadas pela Justiça

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, entre os dias 8 e 12 de junho, a primeira fase da Operação Incarceratus de 2026, que resultou no cumprimento de 19 mandados de prisão preventiva contra investigados por diversos crimes. A ação reforça o trabalho de repressão qualificada e combate à atuação de criminosos no Estado.

A operação, realizada com base em levantamentos realizados pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) ocorreu dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) e da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, resultando no cumprimento de mandados de prisão contra criminosos que já se encontram no sistema prisional.

Entre os alvos estão criminosos, que embora já sentenciados, possuem novas ordens de prisão decretadas por crimes graves como homicídio, infanticídio, roubo, associação criminosa, estupro de vulnerável, tráfico de drogas e estelionato.

A estratégia impede que detentos prestes a receber liberdade condicional ou progressão de regime retornem às ruas caso possuam pendências judiciais em outros processos. A delegada titular da Polinter, Sílvia Pauluzi de Siqueira, ressaltou que o levantamento minucioso das equipes permitiu identificar as ordens judiciais em aberto.

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“Os policiais civis dedicaram por semanas com foco na identificação dos mandados contra criminosos que praticaram os mais variados delitos e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões decretadas”, explicou a delegada.

Inteligência e Colaboração

O trabalho de investigação foi realizado em parceria com as Diretorias de Inteligência, Metropolitana e do Interior, reforçando a importância da atribuição estadual da Polinter no cumprimento dessas ordens judiciais, que visam o fortalecimento da segurança pública.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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