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Grêmio vence o Vila Nova, sobe para terceiro e espera Renato Gaúcho

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O Grêmio passa pelo Vila Nova, na noite de sexta-feira (02.09), na Arena.

O time teve dificuldades para manter o controle sobre o adversário, mas fez o suficiente para bater os goianos por 2 a 1.

O resultado devolveu o Tricolor ao terceiro lugar, com 47 pontos, seis pontos à frente do Londrina, quinto colocado.

Os jogos deste sábado, no entanto, podem alterar a posição dos gaúchos.  O Vasco, com 45 pontos, pode recupera a posição se vencer o Brusque. Já o Londrina tem o clássico regional contra o Operário.

Renato Portaluppi, que está no Rio de Janeiro até a próxima segunda-feira, deu sequência ao time que vinha como titular com a antiga comissão técnica.

A única mudança no time trabalhado durante a semana foi a entrada de Edílson no lugar de Rodrigo Ferreira. O lateral-direito não participou da atividade de quinta-feira pela manhã por estar resfriado, mas foi o escolhido por Renato para iniciar a partida contra o Vila Nova.

As outras alterações previstas se confirmaram. Diogo Barbosa herdou a vaga de Nicolas, lesionado. Bitello formou a dupla de volantes com Villasanti, com Biel, Campaz e Guilherme como o trio para abastecer Diego Souza. 

O Grêmio aproveitou para abrir o placar. Logo aos 2 minutos, Biel marcou o gol. Diogo Barbosa recuperou a bola pelo lado esquerdo e fez o cruzamento na área. No bate e rebate entre os zagueiros do Vila Nova, o atacante do Grêmio foi mais atento e aplicou um drible rápido.

De canhota, o camisa 17 completou para o fundo das redes. O time reproduziu em campo o comportamento desejado pelo torcedor, que retribuía com aplausos e gritos de incentivo. Os jogadores corriam e faziam questão de demostrar comprometimento com carrinhos e força nas divididas.

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Aos 11, Alex Silva apareceu de surpresa na área do Grêmio e quase empatou a partida. Mas o lateral-direito não conseguiu fazer as vezes de centroavante. O cabeceio saiu fraco e sem a direção do gol. Os visitantes dominaram o restante das ações de maior perigo, mas não chegaram a ameaçar Brenno.

Logo na volta para a segunda etapa, o Grêmio teve sua primeira troca. Rodrigo Ferreira entrou no lugar de Edílson. Aos 5, Brenno teve que mostrar desenvoltura com os pés. O goleiro saiu da área e teve que dar um carrinho para evitar que Daniel Amorim finalizasse. Mas aí a estrela de Renato novamente se fez presente na Arena. Thaciano, que entrou aos 13, apareceu na área como se fosse atacante e cabeceou sem chances para a defesa de Tony com apenas quatro minutos em campo. Os goianos reclamaram pênalti na origem da jogada, o árbitro analisou no VAR e manteve o gol gremista.

Mas após ameaçar por boa parte da partida, o Vila Nova soube criar uma situação clara de gol aos 32 minutos. Em jogada pelo lado esquerdo da defesa gremista, os goianos encontraram espaço que buscavam. Na primeira finalização, Brenno fez uma grande defesa no chute de Dentinho. E no rebote, Matheuzinho não deu chances para o goleiro do Grêmio: 2 a 1.  

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Lucas Leiva e Thiago Santos foram para o jogo, na expectativa de manter a vantagem. Com três volantes na marcação ao Vila Nova, o Grêmio conseguiu controlar a pressão inesperada dos adversários. A partir desta segunda-feira, começa de fato a nova passagem de Renato. O técnico será apresentado e terá o primeiro dia de trabalho presencial. Será uma semana de treinos até o dia da reestreia, no próximo domingo (11), contra o Vasco, na Arena.

FICHA TÉCNICA

GRÊMIO 02 X 01 VILA NOVA

GRÊMIO: Brenno; Edílson (Rodrigo Ferreira, int.), Geromel, Bruno Alves e Diogo Barbosa; Villasanti, Bitello (Thiago Santos, 36’/2ºT), Biel (Thaciano, 13’/2ºT), Campaz (Lucas Leiva, 36’/2ºT) e Guilherme; Diego Souza (Elkeson, 43’/2ºT). Técnico: Cesar Lopes (interino)

VILA NOVA Tony; Alex Silva, Alisson Cassiano, Rafael Donato e Willian Formiga (Railan, 36’/2ºT); Sousa (Romário, 36’/2ºT), Jean Martim (Matheuzinho, 11’/2ºT) e Arthur Rezende; Dentinho, Daniel Amorim (Rubens, 36’/2ºT) e Kaio Nunes (Hugo Cabral, 36’/2ºT). Técnico: Allan Aal

GOLS: Biel (G) aos 2 minutos do 1º tempo; Thaciano (G), aos 17, e Matheuzinho aos 32 minutos do 2º tempo.

CARTÕES AMARELOS: nenhum cartão

ARBITRAGEM: Sávio Pereira Sampaio (Fifa), auxiliado por Daniel Henrique da Silva Andrade e Lehi Sousa Silva (trio do DF). VAR: Cleriston Clay Barreto Rios (SE).

PÚBLICO: 13.775 (12.381 pagantes)

RENDA: R$ 422.544,00

LOCAL: Arena do Grêmio

Fonte: Agência Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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