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Judiciário realiza 1ª reunião com a Defensoria Pública para planejamento do Ribeirinho Cidadão 2023

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O ano ainda não acabou, mas o planejamento e as tratativas para a realização da 16ª edição do Projeto Ribeirinho Cidadão em 2023 já estão de vento em popa.
 
Na tarde de segunda-feira (29 de agosto) as equipes da Justiça Comunitária do Poder Judiciário de Mato Grosso e da Defensoria Pública do Estado fizeram a primeira reunião de alinhamento para a edição do próximo ano, que promete trazer muitas novidades e até mesmo um novo formato.
 
O Ribeirinho Cidadão é um projeto realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso e Defensoria Pública que reúne diversos parceiros para levar dignidade e respeito por meio de serviços públicos de qualidade até as comunidades rurais do Pantanal de Mato Grosso. Para se ter ideia da grandiosidade do projeto, em 2021 a 15ª edição contabilizou 12.951 atendimentos ao longo de 13 dias de expedição entre os municípios de Santo Antônio de Leverger, Juscimeira e Barão de Melgaço.
 
O juiz-coordenador da Justiça Comunitária, José Antônio Bezerra Filho esteve presente na reunião junto com a representante da Defensoria Pública, defensora Maria Luziane Ribeiro de Castro. Ele afirma que a Justiça Comunitária possui o know-how para levar cidadania às pessoas e que agora será ainda mais ratificada pelas novidades.
 
“Já começamos as tratativas junto à defensora pública doutora Luziane, com novos desafios, novas ideias, novo roteiro e novo projeto. Vai ser um ano muito abençoado e uma edição ainda mais audaciosa com as ideias que colocamos em pauta. Temos certeza que será também um ano de muitas bênçãos, com um Ribeirinho muito iluminado”, salienta o juiz-coordenador.
 
A defensora Maria Luziane Ribeiro de Castro, que coordena o projeto junto à Defensoria Pública, destacou que a reunião de planejamento e de primeiras tratativas é o primeiro passo para um ótimo evento. “Acho que planejamento é tudo. E esse é o nosso objetivo. Como a gente quer um Ribeirinho com muito sucesso, então a gente precisava planejar.”
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Foto colorida dos participantes da primeira reunião de planejamento do Projeto Ribeirinho Cidadão 2023. Em destaque o juiz-coordenador da Justiça Comunitária, José Antônio Bezerra Filho, e a defensora pública Maria Luziane Ribeiro de Castro. 
 
Marco Cappelletti/ Fotos: Justiça Comunitária
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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