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Integração entre PJe e e-Carta no Judiciário mato-grossense já garantiu mais de 120 mil intimações

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A integração entre o Processo Judicial Eletrônico (PJe), do Judiciário mato-grossense, e o sistema e-Carta, da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, já registrou mais de 120 mil intimações desde o início deste ano quando entrou em funcionamento.
 
Entre os atuais usuários das mais variadas unidades judiciais que já usam a ferramenta estão as Varas Cíveis da Comarca de Cuiabá, com 45.029 intimações; Juizados Especiais da Capital, com 19.311; Núcleo de Justiça 4.0, 10.212; Comarca de Várzea Grande, 7.840; Comarca de Rondonópolis, 6.053; Juizados Especiais de Várzea Grande, 4.885; Comarca de Sinop, 2.845, e Primavera do Leste, com 2.764.
 
O serviço oferecido pelo e-Carta possibilita o envio de correspondências aos Correios por meio do PJe, ficando a Empresa de Correios responsável pela impressão, envelopamento e envio das comunicações para os destinatários finais. Depois, os avisos de recebimento são digitalizados e as imagens juntadas automaticamente nos atos judiciais.
 
A integração entre o PJe e o e-Carta, que atinge as comunicações do 1º e 2º graus, foi idealizada pelo Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi) da Corregedoria-Geral da Justiça em parceria com a Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) do Tribunal de Justiça.
 
E entre as vantagens destacadas pela integração está a digitalização e a juntada dos avisos de recebimento, uma vez que toda essa ação passou a ser feita de forma automatizada.
 
Leia matéria sobre o tema:
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Operação da Polícia Civil desarticula grupo que fornecia armas e drogas para facções rivais em Mato Grosso

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (2.7), a Operação Duplo Comando, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa investigada por fornecer armas de fogo e entorpecentes a integrantes de duas facções criminosas com atuação na região norte de Mato Grosso.

As investigações, desenvolvidas pela 1ª Delegacia de Polícia de Sinop ao longo de vários meses, identificaram que os investigados eram responsáveis pelo fornecimento de armas de fogo e drogas provenientes da região de fronteira entre o Brasil e o Paraguai, abastecendo integrantes das facções criminosas rivais, atuantes em Sinop e região.

Durante a apuração, constatou-se que dois dos principais investigados residiam em Coronel Sapucaia (MS), localizado na faixa de fronteira com o Paraguai, circunstância que favorecia a logística utilizada para a aquisição, transporte e distribuição ilícita de armas de fogo e entorpecentes.

Nesta quinta-feira (2), foram cumpridas 15 ordens judiciais, expedidas pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Sinop.

Entre as medidas judiciais executadas, foram cumpridos sete mandados de prisão, sendo quatro nem Sinop (MT), dois em Coronel Sapucaia (MS) e um na Penitenciária Central do Estado (PCE), em desfavor de um investigado apontado como liderança regional de uma das facções criminosas.

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Durante o cumprimento das ordens judiciais, também foi realizada uma prisão em flagrante, em razão da apreensão de armas de fogo e munições ilegalmente mantidas na posse de um dos investigados.

Ao término da operação, foram apreendidos uma pistola calibre 9 mm, uma espingarda calibre 20, 19 munições calibre 9 mm, 39 munições calibre 20 e uma caminhonete pertencente a um dos investigados.

Todo o material apreendido foi encaminhado para os procedimentos de polícia judiciária e perícia criminal, passando a integrar o conjunto probatório das investigações.

A Operação Duplo Comando integra a estratégia permanente da Polícia Civil de Mato Grosso de enfrentamento às organizações criminosas, com foco na repressão qualificada às cadeias de abastecimento de armas de fogo e entorpecentes utilizadas por facções criminosas que atuam no Estado.

As investigações permanecem em andamento, visando à identificação de outros envolvidos, ao aprofundamento da estrutura logística e financeira da organização investigada e a responsabilização criminal de todos os seus integrantes.

Fonte: Governo MT – MT

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