CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

MANDIOCA/CEPEA: Estiagem prejudica trabalhos no campo

Publicado em

AGRONEGÓCIO

Cepea, 8/8/2022 – O clima seco e as temperaturas mais elevadas deste ano estão comprometendo a umidade dos solos, limitando o avanço dos trabalhos no campo. Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em julho, o volume acumulado de precipitações foi de até 5 mm nas regiões produtoras de mandioca. Assim, o plantio e a colheita foram interrompidos em muitas áreas, e as indústrias de fécula e de farinha continuaram com dificuldades em manter o esmagamento. Conforme colaboradores do Cepea, a maior parte das fecularias se abasteceu em regiões distantes, mesmo com maiores custos de transporte. Assim, estimativas do Cepea apontam redução de 14,6% no volume de moagem das fecularias na última semana. Neste cenário, os preços continuaram em alta. A média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 931,93 (R$ 1,6207 por grama de amido), superando em 0,9% a média do período anterior. Atualizado (deflacionamento pelo IGP-DI), o valor da última semana ficou 85% acima da média do mesmo período do ano passado. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Leia Também:  Agrishow 2025 promete inovações e maior presença feminina no campo

Fonte: CEPEA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Com colheita quase concluída, alta do dólar eleva cotações e anima o setor

Publicados

em

A valorização do dólar frente ao real garantiu um dia de altas praticamente generalizadas para os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil na quarta-feira (27.05). A moeda norte-americana encerrou o dia com avanço de 0,66%, cotada a R$ 5,06, fator que compensou a estabilidade e a leve variação negativa de 0,06% nos contratos de julho da oleaginosa na Bolsa de Chicago, que fecharam a US$ 11,8525 o bushel. O movimento cambial estimulou as cotações domésticas tanto nos portos quanto nas regiões produtoras do interior.

O movimento ocorre em um momento em que os trabalhos de campo no País estão praticamente encerrados, restando pouco espaço para oscilações bruscas decorrentes de quebras de oferta. De acordo com o acompanhamento do setor, a colheita da safra entrou na reta final, consolidando um quadro de grande disponibilidade de grãos.

Em termos de volume total, as projeções oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma colheita estimada em 153 milhões de toneladas neste ciclo. O volume assegura o abastecimento interno e o cumprimento dos contratos de exportação, o que tende a limitar o potencial de altas expressivas nas cotações sem o suporte direto do câmbio.

Leia Também:  OVOS/CEPEA: Preços dos ovos encerram setembro em estabilidade

Nos portos, o reflexo do avanço do dólar foi imediato. Em Paranaguá, o preço da saca de 60 quilos subiu R$ 1,00 em relação ao dia anterior, negociada a R$ 130,00. No terminal de Santos, o ganho foi de R$ 0,50, elevando a cotação para R$ 130,50. Já o porto de Rio Grande operou na contramão do movimento de alta e manteve a estabilidade, com a saca avaliada em R$ 128,00. No interior, os preços acompanharam a tendência dos portos paulista e paranaense, registrando valorização de R$ 1,00 nas praças de Ponta Grossa (R$ 125,00), Rondonópolis (R$ 111,00) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 115,00).

A partir de agora, o mercado passa a concentrar as atenções na estratégia de comercialização do produtor, que vinha retendo o grão físico à espera de melhores margens de lucro. Com o tamanho da safra definido, o foco logístico migra para a pressão sobre as tarifas de frete rodoviário e para a disputa por espaço nos armazéns, que começam a receber os primeiros volumes da colheita de milho safrinha.

Leia Também:  SUÍNOS/CEPEA: Preços caem no fim de agosto, mas médias mensais se sustentam

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA